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Colônia

Hallo, Freunde!

Para quem chega em Colônia de trem, você já conhecerá um dos principais cartões postais da cidade: a ponte Hohenzollern.

Como foi o nosso caso, você desembarcará na estação central, ou Hauptbahnhof. A primeira imagem de quem chega na cidade é de uma construção estonteante: a catedral da cidade, carinhosamente chamada de Dom.


Não tinha percebido nada de diferente até que o David me falou…. Quando levantei os olhos, percebi que as paredes das estação eram todas de vidro, o que permitia que aquela imponente catedral desse uma espécie de boas vindas a todos que chegam na cidade.

Minha única vontade foi sair o mais rápido possível para admirar aquele lugar grandioso. É impossível descrever a sensação de estar ao lado dessa igreja. Ela é realmente de tirar o fôlego!

Depois de alguns minutos apreciando, finalmente decidimos procurar o hotel.

O ponto de informação ao turista fica na frente da catedral, de modo que pudemos continuar observando por todos os ângulos a Dom. Com o mapa da cidade em mãos, pegamos o metrô em direção ao hotel. Um detalhe interessante é que nesse ponto de apoio ao turista eles cobram 20 cento o mapa, enquanto que no museu românico-germânico é de graça.

O hotel escolhido fica uns 20 minutos a pé da estação central e, como estávamos com malas, decidimos nao caminhar dessa vez. Muito bem localizado, com quarto e atendimento excelentes, além de internet free e de ótima qualidade, sugerimos o Barceló Cologne. Se você deseja algo mais prático, existe a opção de um Hotel Íbis ao lado da estação central, aliás, praticamente anexo a ela.

Como chegamos quase 14 horas decidimos aproveitar esse primeiro dia para reconhecimento da área.

Nesse passeio, descobrimos uma deliciosa confeitaria, a Fromme, com doces deliciosos, ela está em vários pontos da cidade. Recomendamos!

Em Colônia aconteceu algo que nunca tinhamos vivenciado. Depois do lanche, David perguntou ao atendente aonde deixar as garrafas, pois não tinha lixo no lugar e, na hora, pediu para que o David entregasse para ele e devolveu de 10 a 20 cents a garrafa. O Brasil muitas vezes é criticado por ser um dos paiíes que mais recicla latinhas de alumínio, em função da sua pobreza, a população revende.

Mas posso garantir que na Alemanha o indice de reciclagem de plástico deve ser altíssimo, pois não encontramos nenhuma garrafa nas ruas e várias pessoas a procura, inclusive revirando nas latas de lixo. Interessante esse fato, pois a Alemanha ainda é considerada um dos países mais ricos da Europa….

Enfim, o destino final da caminhada foi, claro, a Dom. Não dormiria feliz sem conhecer aquela estonteante igreja por dentro. Confesso que ela não decepciona em nenhum ponto, e diferentemente das igrejas na Europa, não é cobrado ingresso para visitação.

 

 

Inicialmente, a catedral foi construída na forma de um templo romano do século IV, um edíficio quadrado conhecido como a “mais velha catedral” e administrada por Maternus, o primeiro bispo cristão de Colônia. Uma segunda igreja foi construída no local, a chamada “Velha Catedral”, cuja construção foi completada em 818, que acabou queimada em 30 de abril de 1248. O projeto da antiga catedral pode ser admirada em um mosaico no chão da catedral atual.

 

 

 

 

Assim, a nova catedral de Colônia foi projetada em estilo gótico e começou sua construção no século XIII (1248), levando, com as interrupções, mais de 600 anos para ser completada.

 

 

As duas torres possuem 157 metros de altura, com a catedral possuindo comprimento de 144 metros e largura de 86 metros.

 

 

Estar na cidade e nao subir na torre da catedral é como ir a Roma e nao ver o Papa. Então, resolvemos encarar o desafio de subir os 533 andares… Que desafio!!! Apesar do cansaço e algumas paradas no meio do caminho, a subida vale a pena… A vista lá de cima é linda… E você ainda tem o bônus de ver todos os detalhes góticos da igreja bem de pertinho.

 

 

 

 

Quando foi concluída em 1880, era o prédio mais alto do mundo. A catedral é dedicada a São Pedro e a Maria. Segundo a tradição, no interior da catedral está guardado o relicário de ouro com os restos mortais dos Três Reis Magos Baltazar, Melchior e Gaspar.

 

 

 

Com a Segunda Guerra Mundial, a catedral acabou recebendo 14 ataques por parte de bombas aéreas e não caiu. Por ser considerada patrimônio da humanidade pela Unesco, ambos os lados tiveram que respeitar a construção. Sua reforma foi completada em 1956. Na base da torre noroeste, um reparo de emergência realizado com tijolos de má-qualidade retirados de uma ruína próxima da guerra permaneceu visível até fim da década de 1990 como uma lembrança da guerra, mas então foi decidido que a parte deveria ser reformada para seguir a aparência original.

 

 

Para ter uma visão 360 graus de dentro da igreja, clique aqui. Do lado de fora, clique aqui.

 

 

Depois de alguns momentos contemplativos, decidimos voltar para o hotel, afinal, seria importante descansar para o dia seguinte. E o caminho não poderia ser mais agradável: varias ruas que se cruzam, transformam-se num shopping a céu aberto. Com grandes lojas multinacionais, como a H&M e a também famosa lojas de departamento Galeria Kaufhof.

Não tente iniciar o dia muito cedo aqui em Colônia. As lojas e atrações só começam a funcionar depois das 9h ou 10h da manhã. Assim, iniciamos nosso tour pelo famoso teleférico da cidade.

Partindo do nosso hotel, pegamos a linha 18 do metro (azul) até a estacao zôo/flora. Fica bem pertinho. Aconselhamos comprar ticket de ida e volta, já que do outro lado tem um lindo parque, mas sem grande atracões. O que vale mesmo nesse passeio é bela vista que se tem da cidade e de seus principais atrativos turísticos.

Na volta, aproveitamos para conhecer o terceiro mais antigo zôo da Alemanha. Com 20 hectares, tem 7.000 animais de 650 espécies, o lugar é encantador!

 

 

 

 

É lindo!

 

 

 

 

Para esses dois passeios você levará praticamente toda a manhã.

 

 

Por isso, almoçamos por lá mesmo…

Retornamos de metro até a estação central e fomos conhecer o famoso museu romano-germânico, que fica do outro lado da Dom. Nele você descobrirá um pouco mais da história da cidade e dos romanos. Muito interessante.

Saindo de lá, caminhamos até a Igreja St. Martin, um dos mais belos modelo de arquitetura românica da cidade. Chegamos lá no horário de missa e foi divino ouvir os cânticos naquela igreja cheia de história. É possível encontrar fotos de como ela ficou depois dos bombardeios da segunda grande guerra… Incrível como conseguiram reconstruí-lá praticamente das ruínas.

Bem em frente a igreja, você encontrará uma simpática praça…

Depois de renovar as energias, passe pela região do rio Reno, com vários bares e restaurantes muito charmoso, com música ao vivo.

Experimente a cerveja local da cidade, chamada kolsch.

Para recompor a energias, vá ate o Museu do Chocolate.

 

 

Além de contar a história e explicar o seu processo de fabricação, é possível conhecer e degustar todas as delícias da marca Lindt, o melhor chocolate do mundo, pelos menos ao meu ver 😉

Colônia é uma cidade extremamente simpática. Prova disso são seus recantos. A cada esquina uma nova surpresa, como carros antigos…

…e fontes cheias de charme!

Para uma próxima viagem, que sabe um passeio pelo Rio Reno, com direito a castelos e a conhecer outras cidades próximas. Para isso, reserve 9 horas de seu dia, sendo cinco horas para ir e mais quatro horas para o retorno.

Enjoy!!

Data da viagem: 23 a 25/maio/2012

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1 Comentário

Publicado por em 28 de Junho de 2012 em Alemanha, Colônia

 

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Bruxelas

Bonjour, Les voyageurs!

 

 

Se você é chocólatra, certamente encontrará em Bruxelas o paraíso!

 

 

Cidade do chocolate, dos waffles e do famoso Manequinho.

 

 

 

 

Mal chegamos no hotel e David já estava pronto. Nunca o vi tão animado para iniciarmos nossa expedição. Desbravar a cidade era muito mais que curiosidade para ele, afinal, teria a oportunidade de conhecer um dos principais mascotes botafoguenses: o manequinho!

 

 

Assim, saímos em busca da estátua do Manneken Pis, que foi destruída em 1817, por um ex-condenado, Antoine Licas. O ladrão despedaçou a estátua pouco depois de a ter roubado. No ano seguinte, foi feita uma réplica que ocupa o lugar da estátua original, e é essa cópia que vemos hoje.

 

 

A estátua está numa esquina entre as ruas Stoofstraat/Rue de L’Etuve e Eikstraat/Rue du Chêne.

 

 

 

 

Reza a lenda que belgas trouxeram uma réplica da estátua para o Rio de Janeiro e que, depois de se tornarem campeões, botafoguenses o vestiram com uma camisa do time, elegendo-o mascote do glorioso. O manequinho original parece gostar de seu guarda-roupas, afinal, existe um museu com todas elas, que somam mais de 600! Você pode conhecer um pouco mais do closet do menino na Casa Real e no Museu da Cidade.

 

 

As ruas da cidade são muito charmosas e pudemos ver em diversos lugares o famoso personagem Tim Tim.

 

 

 

 

De lá, pudemos finalmente seguir para outros pontos da cidade, como a linda praça central, também conhecida como Grand Place ou Grote Market, com prédios divinamente ornamentados. A praça é o centro histórico, geográfico e comercial da cidade, além de ser o melhor exemplo da arquitetura belga do século XVII.

 

 

 

 

A praça que visitamos data de 1695. Depois de dois dias de  bombardeio por parte dos franceses, o lugar foi todo destruído, ficando em pé somente a Câmara Municipal e duas outras fachadas. Comerciantes reconstruíram os prédios ao redor da praça com estilos aprovados pelo Conselho Municipal, no estilo renascentista flamengo.

 

 

 

 

Outro símbolo muito visitado na cidade é a estátua do artista Everard’t Serclaes. É possível conhecê-la em uma das ruas que dá acesso à Grand Place, na rua Charles Buls. Reza a lenda que dá sorte tocar na estátua. Não se assuste ao ver um grupo de turistas disputando espaço para tirar uma foto ou para tocar na estátua, afinal, não custa nada tentar, não é mesmo?

 

 

 

 

Outro ponto de destaque é a linda igreja Notre Dame da cidade, com destaque para os vitrais.

 

 

Reserve um tempo para escolher e degustar os famosos chocolates… São deliciosos!

 

 

Nosso segundo dia foi em direção a um dos maiores pontos turísticos da cidades, o Atomium. Dizem que lá de cima você poderá ver até a Antuérpia, uma cidade próxima, em dias claros. Infelizmente, não estava muito claro no dia em que visitamos, então, não pudemos confirmar a teoria.

 

 

São vários andares, com diversas exposições, inclusive uma que fala sobre a arquitetura moderna, citando o Brasil e nossos projetos como marcos do movimento. O monumento foi construído para uma feira mundial e seria retirado em seguida, entretanto, devido ao sucesso, resolveram que ele permaneceria como ponto turístico da cidade. É possível chegar lá de trem, leva cerca de meia hora.

 

 

A região é repleta de atrações, mas decidimos apenas conhecer o Atomium e o Míni-Europe, uma espécie de míni mundo das principais atracões dos países participantes da zona do euro.

 

 

Na chegada, o mascote do lugar tira uma foto com você, que poderá ser adquirida ao final do passeio. Não tente se esquivar, pois ele vai atrás de você! Hehehehe

 

 

Essas duas atrações levam cerca de 4 horas, e você pode finalizar almoçando ali mesmo, com diversas opções. Na parte da tarde, resolvemos nos despedir da cidade com uma bela caminhada no centro, afinal, teríamos que acordar cedo no dia seguinte.

 

 

Um bom lugar para lanches é a padaria Paul, com deliciosos baguetes e doces lindíssimos, vale a pena uma visita.

 

 

O trecho Bruxelas/Lisboa foi de avião. Saímos cedo do hotel, por volta de 4h da manha, de táxi, que sai em torno de 45 a 50 euros. Aliás, o hotel que ficamos era muito bom, recomendamos! Fica bem central, na Avenida Anspachlaan, número 20, chamado Adagio Brussels Centre Monnaie.

 

 

 

Enjoy!

 

 

 

Data da viagem: 27 a 30/maio/2012

 

 

 

 

 

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Publicado por em 27 de Junho de 2012 em Bélgica, Bruxelas

 

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Munique – Alemanha

Olá a todos!

Das cidades que visitamos na Alemanha, certamente Munique, ou München, é, de longe, a mais divertida! Não é a toa que lá encontramos a maior Oktoberfest do mundo!!

Quando você reservar o hotel, sugiro que escolha algum próximo a Marienplatz, no centro da cidade. Assim, você poderá caminhar tranquilamente a qualquer horário, aproveitando cada minutinho a cidade da festa do chopp!

Bom, já que falei da Praça da Maria, vamos começar por ela… é uma das mais importantes da cidade. A maior parte histórica da cidade está ali pertinho e você passará por ela diversas vezes durante sua estadia. Sua importância vem desde o século XIX, quando acolhia um importante mercado de produtos agrícolas. O ponto mais bonito do prédio histórico localizado na praça e a Coluna de Maria, ou Mariensaeule. Trata-se de um pilar erguido em 1638 por Maximiliano I, em homenagem a padroeira da cidade da Baviera. No topo, você poderá ver um lindo carrilhão antigo, que, diariamente, apresenta um lindo espetáculo. Programe-se, pois vale muito a pena… a praça fica lotada de turistas, que direcionam seus olhares para o alto só para admirar o “show”.

De 1 de março a 31 de outubro os horários são: 11h, 12h e 17h

De 1 de novembro a 28 ou 29 de fevereiro: 11h e 12h

Vale a pena falar que no andar térreo desse prédio é possível encontrar um Ponto de Informações ao Turista. Ali você pode acessar informações locais e de passeios pela região. São muito organizados e prestativos… até mesmo para quem não fala nada de alemão, mas se vira no inglês 😀

Para quem gosta de um turismo religioso, duas lindas igrejas que você não pode deixar de conhecer. A primeira, Peterskirche, ou Igreja de São Pedro, que fica a direita desse edifício antigo que falei. É a igreja mais antiga da cidade. Algumas pessoas dizem que ela é mais antiga que a própria cidade e que foi construída por monges, que deram nome a cidade. Ela é uma linda mistura entre o gótico e o barroco e está muito bem conservada. Seu campanário é um dos principais símbolos de Munique.

A outra é a Asam-Kirsche ou Igreja dos Irmãos Asam. Confesso que penamos um pouco para encontrá-las, pois, na verdade, originalmente, a igreja era privada de Agid Quirin Asam, que residia na casa ao lado e só foi aberta pois foram obrigados pelas autoridades locais. Agid era arquiteto e projetou toda a igreja, contando com a ajuda de seu irmão, que se encarregou de pintar os afrescos. Uma pequena janela oval permite a entrada de luz no ambiente. Quando você entra no local, não sabe para onde direcionar o olhar, pois o lugar é repleto de detalhes perfeitamente colocados… seria um pecado não permitir a entrada do povo em um lugar tão lindo!

Seguindo o passeio, encontramos o Mercado de Vitualhas, ou Viktualienmarket, novamente, como todo o mercado local, encontra-se de tudo! Você pode fazer alguma refeição, encontrar artesanato local, lindas flores, enfim… tem de tudo um pouco! No período que estávamos por lá, era época de aspargos… assim, nada mais comum do que encontrar em todos os pratos… inclusive em embalagens que vendiam sushi para levar… uma fofura! 😀 No mercado é possível encontrar uma grande torre, chamada de Isartor. Foi construída no século XIV para comemorar a entrada triunfal de Luís IV, o Bávaro, após sua vitória na batalha de Ampfing.

Infelizmente, não conseguimos visitar o Museu da Cerveja, pois não estava aberto no dia que ficamos por lá… mas todos dizem que vale muito a pena! Fica para a próxima… com sorte, vamos em outubro e aproveitamos a cidade de maneira completa! hehehe Mas, não deixamos por menos! Visitamos a tradicional cervejaria Hofbräuhaus am Platzl. Fundada em 1589 pelo Duque William V da Baviera, era de uso exclusivo dele até 1828, quando foi aberta ao público. Destruída na Segunda Guerra, foi  reconstruída em 1958. Reza a lenda que esta é a cervejaria favorita de Hitler… e que ali dentro, em fevereiro de 1920, foram organizadas as ideias e regras do Partido Nazista. Ali, você pode se deliciar com comidas tipicamente alemãs, como carne de porco, joelho de porco, salsicha branca, entre outras, além, é claro, da música, que é tocada o dia todo sem parar… escolha sua mesa e aproveite! Outro restaurante de comida típica deliciosa é o Ratskeller… vale a pena conferir! (http://www.ratskeller.com/index.php?id=3) Prosit!!

E para quem adoooora um souvenir local, a cidade é repleta de lojinhas de roupas típicas… juro que resisti muito para não trazer uma pra mim!! São muito lindinhas!!

Um passeio muito bacana também é conhecer um castelo que fica no centro da cidade, chamado de Residenz, ou Residência. Foi morada dos Wittelsbach entre os séculos XIV e XIX e atualmente uma parte é aberta a visitação. Você tem duas ou três opções de roteiro quando compra o ticket, podendo incluir os jardins e tesouros, ou uma volta rápida. Inclui um audio-guia em português que ajuda a explicar cada cantinho do lugar. Vale a pena pegar, pois alguns recantos geram curiosidade, que poderá ser sanada ao ouvir a história. Entre os pontos principais, você encontrará a sala do antiquário e uma espécie de santuário todo feito de conchas de praia… tudo muito rico em detalhes, e vale a pena conferir, mesmo escolhendo o menor passeio.

Na cidade também é possível utilizar o sistema de ônibus para ter uma visão ampla da cidade. Como decidimos ficar somente na parte histórica do centro, não o utilizamos, mas é mais uma alternativa de passeio para quem chega a cidade.

Um outro lugar interessante de se visitar é a Allianz-Arena, inaugurada em 2005, que possui capacidade de 69.000 pessoas. No primeiro dia que estávamos em Munique, tivemos  a oportunidade de ver os torcedores voltando do jogo e era emocionante ver centenas de pessoas subindo as escadarias do metrô, cantando as músicas de seu time… um show de respeito e de diversão. Aliás, nisso, os alemães são excepcionais. Em qualquer lugar é possível encontrar pessoas bebendo, mas, no período que estivemos por lá, não vimos ninguém abusando do limite, como frequentemente vemos aqui no Brasil. Você chega ao estádio de metrô. É muito rápido e você pode chegar ao estádio caminhando. Mesmo que não tenha jogo, você pode visitar o estádio e conhecer a estrutura… existem algumas lojinhas lá dentro que também são abertas a visitação.

Para você que tem mais tempo (infelizmente, não foi o nosso caso), aproveite para conhecer o famoso castelo que inspirou Walt Disney na construção do castelo da Bela Adormecida. Trata-se do Castelo de Neuschwanstein. Para chegar lá, somente contratando um passeio de um dia. São duas horas de viagem somente para a ida e não existem opções de trem para chegar lá. Foi construído por Luís II da Baviera, no século XIX, e hoje é um dos mais  populares destinos turísticos europeus. Em 2007, foi um dos finalistas do concurso Sete Maravilhas do Mundo Moderno.

Para adoçar a vida, a cidade é repleta de padarias e confeitarias, entretanto, a que nos chamou a atenção de longe foi a MAELU (http://www.maeser-luksch.de/). O lugar é o paraíso na terra… passando na frente da loja, não tem como resistir aos docinho coloridos e ricamente decorados. Não é raro encontra-la lotada, mas vale a pena cada pedacinho… não é só bonito, é saboroso demais…. hmmm…delícia! Ainda bem que Munique fica bem longe daqui!!!

Na época que estivemos por lá, conhecemos uma lojinha que ainda não tinha chegado aqui, chamada Pylones. Hoje é possível encontra-la no Brasil, mas, já que você está por lá, vale a pena uma passadinha… tem coisas bem úteis (outras nem tanto) para casa, sem deixar de lado a graça e a beleza. (http://www.pylones.com/accueil.php?lang=en).

O trajeto do aeroporto para o hotel é muito tranquilo. Você pode pegar o metrô no aeroporto mesmo. No nosso caso, chegou bem pertinho do hotel. Vale a pena conferir no mapa, na hora da compra, se fica perto de alguma estação… depois é só aproveitar! 😀

Enjoy!

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Data da viagem: 15/05/11 a 17/05/11

 
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Publicado por em 21 de Janeiro de 2012 em Alemanha

 

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Berlim – Alemanha

Olá, Pessoal!

 

Berlim é uma cidade muito rica tanto histórica quando culturalmente. Confesso que a cidade para mim continua um enigma. Ela consegue ser uma mistura de culto ao passado, com ruas e prédio preservados da época da divisão, e, ao mesmo tempo, é uma constante busca por transformação, por novidade e pela construção de uma nova história. É possível caminhar por ruas desertas, mesmo durante o dia e, ao virar a esquina, nos depararmos com um bar super movimentado.

 

Com diversos pontos turísticos, a cidade está totalmente preparada para ser explorada, afinal, apresenta uma rede de transporte variada, que facilita o deslocamento por todos os cantos. Para os atletas, nos principais pontos turísticos, é possível alugar bicicletas individualmente ou entrar em algum grupo que deseja explorar a cidade em um meio de transporte ecológico.

 

Em Berlim, você pode ficar anos percorrendo suas ruas e ainda não terá visto de tudo. Por isso, penso que você, turista, deve focar no que deseja. Nessa nossa viagem, decidimos deixar de lado um pouco a parte sombria da Segunda Grande Guerra e nos dedicamos um pouco a caminhar pelos recantos da cidade e, confesso, saímos com o gostinho de quero mais! 🙂

 

Logo quando chegamos na cidade resolvemos dar uma caminhada de reconhecimento da redondeza, como de costume. Logo de cara, vemos que a cidade vive ainda o desejo de união, representado pelos diversos monumentos encontrados pelos caminhos. Para mim, o mais imponente é o dos elos, na rua principal. Ali, você encontra a tradicional loja KaDeWe, ou Kaufhaus des Westens. O que ela vende? De tudo!!! Isso mesmo, tudo o que você imaginar, você encontra ali, de divinos chocolates, a malas, material de escritório, objetos de decoração, roupas e calçados. No último andar, um delicioso restaurante, com uma vista panorâmica da região… vale a pena visitar! As sobremesas são uma maravilha!

 

Aproveitamos que ainda dava tempo e resolvemos dar uma volta no Hopp On/Hopp Of da cidade, que sai ali pertinho. Aliás, na frente dessa KaDeWe tem um ponto. O passeio total dura aproximadamente duas horas e meia, mas, normalmente, você fica mais tempo, já que é inevitável uma paradinha para fotos e visitações. Eles são muito organizados e você não esperará mais de que 15 minutos para a chegada do próximo ônibus. Para os que não se viram muito bem no alemão, uma boa notícia! O guia eletrônico do ônibus (que você escuta através de fones de ouvido) pode ser ajustados para o português. Ah, o ticket é válido por 48 horas, ou seja, se você cansou, pode retornar no dia seguinte e completar o passeio. Penso que é a melhor forma de ter uma visão geral da cidade… depois de completá-lo, você estará apto a escolher o que mais gostou e retornar. Mais informações: http://www.berlincitytours.rezgo.com/details/1137/city-circle-tour

 

Um dos lugares que achei lindo foi o Parlamento Federal da Alemanha, ou Reichstag. O prédio sofreu um incêndio em 1933 e ficou em ruínas até 1961, quando começou seu processo de restauração, que durou, aproximadamente, três anos.  Como sua cúpula havia sido completamente destruída, sua reconstrução fez-se necessária, entretanto, utilizando a antiga, datada de 1894, como referência. Após sua inauguração, foi aberta para visitação. De lá, tem-se uma vista incrível da cidade e do parlamento. Infelizmente, não tivemos acesso, pois, em função da grande procura, deve-se marcar com antecedência. Assim… #ficaadica: http://www.bundestag.de/htdocs_e/visits/index.jsp

 

Nosso hotel era próximo da Estação Central de Trem e do zoológico da cidade, assim, não poderíamos deixar de visitá-lo! É incrível como algumas coisas marcam: lembro do zoológico de Berlim como sendo a casa do urso Knut, o primeiro urso polar a nascer no zoo de Berlim em mais de 30 anos. Ele foi tão importante para a divulgação do lugar que pensam até em fazer uma estátua de bronze para homenageá-lo. Enfim, o lugar é lindo! Tem diversas espécies e conta, inclusive, com uma pequena fazendinha dentro, onde você pode ter contato direto com os animais, alimentando-os inclusive.

 

Após essa visita cheia de novidades, resolvemos repassar os pontos turísticos que mais nos chamaram a atenção no hop on/hop of do dia anterior e, claro, ver o famoso muro de Berlim (mesmo que só um pedacinho). A primeira parada foi no famoso Check Point Charlie. Esse lugar fica no meio da rua mesmo. Era uma espécie de ponto de verificação, que controlava a circulação de pessoas entre a Berlim Oriental e Ocidental. Vale a pena uma passada no lugar, pois você pode ver atores vestidos com as roupas da época e, caso seja de seu interesse, adquirir algum produto da Segunda Guerra nas barraquinhas que ficam ali perto. Não chegamos a subir, mas ali pertinho tem um tipo de balão, que oferece uma vista panorâmica da região.

 

Dali, resolvemos passear até o famoso Portão de Brandemburgo, símbolo da cidade e palco da comemoração da nova Berlim unificada. O local é muito simbólico, pois era uma das entradas da cidade. Para quem gosta de música, o Portão foi o cenário do show do U2 na comemoração do vigésimo aniversário da queda do muro…a região é linda e cheia de simbologia. Com sorte, você pode presenciar até uma apresentação de dança ao ar livre! Caso você seja adepto a atividades físicas, pode encontrar ali diversas opções de bicicletas para grupos, inclusive, com barris de chopp, bem no estilo alemão.

 

Caminhando pelas ruas, a procura do pedaço remanescente do muro de Berlim, encontramos algo inusitado: uma piscina pública flutuante no Rio Spree. Isso mesmo, você não leu errado. Na beira do rio, na verdade, sobre o rio, eles construíram um deck com piscina. Caso você queria uma programação diferente, aí está! É como em qualquer lugar, você paga a entrada e desfruta de um dia na beira da piscina, no rio… por mais estranho que isso possa parecer.

 

Aliás, falando nisso, você também pode pegar uma praia ao lado do muro. Novamente, outro passeio inusitado 🙂 Passeando pela rua que leva ao muro, encontramos um espaço aberto e fomos conferir do que se tratava, pois, em Berlim, tudo é possível. De repente, estamos pisando em uma areia de praia, com direito a guarda-sol, barzinho, música ambiente e funcionários devidamente trajados… incrível!

 

Seguindo o trajeto, finalmente, encontramos o Berliner Mauer. Confesso que um misto de sentimentos tomou conta de mim… atualmente o local virou uma espécie de galeria de arte ao ar livre. Artistas foram chamados para, em um pequeno pedaço, representar momentos de tristeza, separação, angústia e esperança, e, acima de tudo, um lembrete para as próximas gerações. Vale muito a pena caminhar pela região, sempre repleta de turistas, e refletir um pouco sobre tudo o que aconteceu naquele lugar. Para mim, foi um dos lugares mais marcantes que visitamos, pois em todos os outros encontramos um lado comercial (é possível encontrar a venda, inclusive, pedaços do muro em tamanhos variados), mas o muro não… ali podemos encontrar recortes da história, momentos de angústia, de incertezas. Ali se vê claramente a divisão das cidades através da preservação dos prédios, é como se voltássemos no tempo.

 

Para as viciadas em compras, a cidade conta com uma loja da Galerie Lafayette… um luxo! E para os amantes da culinária típica alemão, opções quitutes locais não faltam!

 

Ahh… por último e nem por isso menos importante, Berlim tem uma característica muito interessante, além de várias outras, claro, que são os sinais de trânsito. Foi criado na cidade uma espécie de bonequinho. Ele está presente em todos os semáforos e você pode encontrar os mais diversos souvenirs em lojas da região… uma gracinha! E para os apaixonados, uma característica que me chamou muito a atenção, foi a mania do alemão de eternizar relacionamentos através de cadeados em pontes. Reza a lenda que se você escrever o nome do casal no cadeado e fixá-lo numa ponte, o relacionamento se perpetuará… bom, como diz o ditado, no creo en las brujas, pero que las hay, las hay… ASSIM: Já separei o meu para a próxima viagem! hehehe 😀

 

Como já havia dito, locomover-se pela cidade é muito fácil. O trajeto do aeroporto para o hotel pode ser feito de ônibus, que saem da frente do aeroporto e percorrem grandes trajetos, e podem ser complementados de metrô. No nosso caso, somente o ônibus bastou. Mas nesse site você poderá acessar todas as informações que precisar: http://www.bvg.de/index.php/en/index.html.

 

Bom, espero que essas informações tenham sido úteis!

 

Enjoy!

 

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Data da viagem: 06/05/11 a 08/05/11

 
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Publicado por em 21 de Janeiro de 2012 em Alemanha

 

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