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Hamburgo

Hallo, Reisende!

Chegamos em Hamburgo de trem e, apesar de ser uma viagem sem escalas, quando compramos os tickets,… Foi cheia de aventura!

Depois de uma hora de viagem, uma simpática senhora, que estava sentada na nossa frente, avisou que teríamos que mudar de trem (por algum motivo que ninguém soube explicar). Trocamos. Depois de uma hora, ela nos avisou novamente que teríamos que sair do trem (de novo?!)… Mas, dessa vez, por um lindo motivo.

O trem “pegou carona” em um ferry boat para cruzar o mal Báltico em direção a Hamburgo. No trajeto, que dura aproximadamente 45 minutos, você pode acessar o deck ou aproveitar para algum lanche a bordo.

Retornando ao vagão, seguimos viagem até nosso destino sem maiores supresas. A mesma simpática senhora se ofereceu para ir conosco até uma parte do trajeto, pois ela trabalhava no caminho ao nosso hotel. Assim, aproveitamos para pegar algumas dicas sobre a cidade e para exercitar meu inglês. O David também tentou, mas só quando eu deixava já que, segundo ele, eu falo demais (que injustiça!)

A paisagem do trem, quase chegando em Hamburgo, é linda!

Ficamos no Holliday Inn Express. O hotel escolhido fica próximo de uma rua bastante interessante chamada Reeperbahn, uma espécie de “red zone” da cidade, na região de St. Pauli. O mais interessante dessa rua é que tudo se mistura de uma maneira muito tranquila. Você frequentemente verá famílias passeando pelas ruas ou pessoas de idade curtindo os mais diversos restaurantes da região.

Alguns bares oferecem shows a vivo, de música, é claro! Hehehehe

Em função da viagem de trem ter uma duração aproximada de 4 horas, chegamos em Hamburgo na parte da tarde e, por isso, fomos direto caminhar para conhecer alguns pontos antes da noite chegar.

Pegamos o metrô (estação St. Pauli) em direção a estação central, ou hauptbahnhof, em alemão, com o objetivo de conhecer a região central.

Passamos pela Rauthaus, ou seja, a Prefeitura da cidade. O prédio foi construído entre 1886 a 1897 em estilo neo-renascentista, e fica na rua Rathausmarkt. O interior do edifício tem 647 salas e para visitás-la é preciso pagar ingresso.

Não deixe de entrar e conhecer a fonte que fica no interior do edifício.

Após, decidimos caminhar em direção a um lindo prédio branco com alguns arcos. Por ali você poderá observar o movimento da cidade tomando um delicioso café ou sorvete e admirar os belos cisnes brancos, que ficam num canal próximo a espera de turistas para receber alguma comida.

Nosso final de tarde foi num lindo parque chamado Elbepark. Estava um dia de verão e os freqüentadores aproveitavam o chegar da noite para degustar um belo vinho, levar os cachorros para um passeio e até mesmo para a prática de atividades físicas. O lugar é divino e vale cada minuto…. Somente para celebrar a vida e a natureza.

Nosso segundo dia começou com uma caminhada de reconhecimento pela famosa Reeperbahn. Descobrimos que a região era muito mais multicultural do que imaginávamos ao encontrar uma praça e esculturas em homenagem aos Beattles!

De lá, fomos até o Fischmarkt. Entre no site e veja informações de horários de funcionamento para não perder a viagem.

Como fica na beira do rio, pudemos ter uma idéia do famoso Porto e suas atividades. Vale uma parada para fotos.

Ali pertinho, caso seja do seu gosto e curiosidade, é possível conhecer um antigo submarino, hoje aberto a visitação, uma espécie de museu.

Uma rua central muito agitada, cheia de lojas internacionais, galerias e restaurantes se chama Monckebergstr. Sugerimos um lanche ou almoço…. Ou pelo menos uma volta para reconhecimento na Galeria Kaufhof.

A região central da cidade fica próxima de uma ilha chamada HafenCity.

O novo it da cidade, o bairro Marco Polo, chega a valer 30.000 euros o metro quadrado.

Nessa ilha você poderá conhecer o Miniatur Wunderland, um pedacinho de várias partes do mundo. Sim, um pedacinho, pois está tudo em miniatura. Quem conhece o Míni Mundo em Gramado pode ter uma ideia do que estou falando… Mas as proporções são muito maiores. Não se trata apenas de miniaturas, mas de um detalhado trabalho de vários profissionais que se dedicam a transformar suas habilidades em atividades interativas.

Enquanto estávamos por lá, pudemos ver a noite chegar e as luzes da cidades e prédios se acenderem lentamente, bem como poderíamos interagir apertando alguns botões, que poderiam acionar alguns carros, iniciar shows em estádios ou acender luzes de castelos. No aeroporto em miniatura voce podera acompanhar as decolagens… Um charme!

Aproveite para admirar cada detalhe… É muito bem feito!

Ao lado desse prédio, para quem gosta de cenários de terror, poderá conhecer o Hamburg Dungeon, uma experiência assustadora, com direito a elevador que cai e muitas caveiras!

Na mesma ilha você poderá conhecer o prédio da Unilever, um dos destaques da arquitetura, ganhou diversos prêmios sobre sua forma de construção. Reserve alguns minutos para um sorvete no lobby, que e todo reservado para turistas. Ali também é possível encontrar uma loja com a maior parte dos produtos da empresa e um day spa da Dove… Aproveite!!!

Bem pertinho dali é o desembarque dos cruzeiros, então pode estar um pouco agitado, o que exigirá um pouco de paciência…. Mas sem exageros. Para ter uma vista diferente da cidade, aproveite a roda gigante em frente a praça…é a London Eye da cidade 😉

Se você gosta de pedalar, no lado externo do edifício da Unilever existe um local para locação.

Essa nova região é um contraste entre a arquitetura antiga e contemporânea na cidade de Hamburgo. Ali, você poderá encontrar um lindo conjunto arquitetônico com prédios que datam do início da cidade. Uma graça!

Os canais existentes também servem para contar um pouco sobre a cidade e sua origem…

Em homenagem a nossa viagem para Munique, encontramos novamente a cervejaria favorita de Hitler por aqui, a Hofbräuhaus! Falando em cerveja, o que alemão simplesmente ama, encotramos na cidade uma tampinha de garrafa (Astra Beer) que achei tudo a ver com o clima da cidade!

Uma das coisas que fico encantada em cada cidade visitada é o brasão da cidade nas tampas do bueiro… em Hamburgo não poderia ser diferente!

Outro ponto que merece destaque é a culinária alemã… mais especificamente os doces. Quem resiste!?

Prova de que todas as cidades do mundo estão com cada vez menos espaço é a foto abaixo. Achei super criativo o jeito que o motorista encontrou para ter sua vaga, que tal?

Enjoy!

Data da viagem: 21 a 23/maio/2012

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Publicado por em 28 de Junho de 2012 em Alemanha, Hamburgo

 

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Amsterdam

 

Olá, Pessoal!!

 

 

Na estação de trem em Colônia algo me dizia que estaríamos partindo para uma cidade bem diferente. Junto a porta de e embarque do trem, dois jovens fumavam tranquilamente algo com um cheiro bastante peculiar. Algo diferente estaria por vir…

 

 

Durante a viagem, tivemos que trocar novamente de trem, sem motivo aparente, afinal, havíamos comprado tickets para viagem sem escalas.

 

 

Passado o sustos, chegamos na cidade sem maiores incidentes. Desembarcamos do trem e saímos da estação em busca de um ponto de informações ao turista, que fica bem pertinho, do outro lado da rua. Ali você pode comprar o mapa da cidade por 2,5 euros, ou pegar gratuitamente no ônibus (elétrico).

 

 

Para quem aluga ou chega de bicicleta na cidade, existe inúmeros estacionamentos para elas. É possível encontrar lugares gigantes, que servem de abrigo para as magrelas…

 

 

 

 

Para chegar ao hotel, pegue no mesmo lado do ponto de informações os trens 1, 2 ou 5, e desça na rua Prinsengracht, 328. Caminhe alguns minutos e você encontrará sem maiores dificuldades. O atendente nos informou sobre a lotação do hotel e avisou que seria oferecido um upgrade do quarto…. Bom, não?! A vista do quarto que ficamos é linda… De frente para o canal, pudemos observar todo o movimento. O Amsterdam Wiechmann Hotel é uma graça! Super recomendamos!! 🙂

 

 

Para ver a foto 360 graus da região do hotel, clique aqui.

 

 

 

 

Depois de alguns minutos caminhando pela cidade, percebi que a nossa maior preocupação deveriam ser as bicicletas. Elas estão por toda a parte e aparecem do nada, pois não ficam somente nas ciclovias.

 

 

Aproveitamos o primeiro dia para fazer uma espécie de caminhada de reconhecimento do território. Passamos pelo flea market (mas chegue cedo, pois a feira já estava fechando quando chegamos, aproximadamente as 17h), red light zone (várias ruas com os mais diversos tipos de diversão adulta) e almoçamos/jantamos em um restaurante brasileiro, afinal, a saudade do guaraná e arroz com feijão já estava batendo depois de quase 10 dias de viagem.

 

 

Os canais da cidade são um charme só… encantadores!

 

 

 

 

 

Não lembro de ter visto uma cidade com tantas lojas vintage quanto Amsterdam. Aqui você encontra roupas, acessórios e ate móveis e objetos de decoração, além, é claro, de várias feirinhas, cada uma com sua especialidade. Se você gosta desse tipo de investimento, vale a pena conferir o site da cidade que contém todas as informações, como datas e horários.

 

 

 

 

Nosso segundo dia iniciou com o aluguel de bicicleta, pois descobrimos que a melhor maneira de aproveitar bem cada momento é sobre duas rodas. Você tem algumas opções quando vai a uma loja locar, como bicicleta com marchas (aproximadamente 15 euros por 24 horas) ou sem, nessa opção o freio é no pé (aproximadamente 9 euros por 24 horas), algo que não se vê mais no Brasil.

 

 

Depois disso, você escolhe o período e se deseja ou não o seguro. Como ouvimos muitas histórias de roubo, inclusive de pessoas que levavam a bicicleta, mesmo travadas, resolvemos pagar mais 3 euros para cada, só por garantia.

 

 

Se você assume o risco e algo acontece, o valor a ser ressarcido é de 450 euros. Vale lembrar que a cidade é plana, então a opção da bicicleta de marchas não é tão essencial. Escolhemos pela facilidade no freio. Locamos nas Mac Bike, com diversos pontos espalhados pela cidade, sempre tem uma loja perto do hotel, mas note que você poderá apenas entrega na loja que locou.

 

 

 

 

Aproveite para conhecer o Museu da Cerveja Keineken e o Mercado das Flores. Mas, cuidado, eles não permitem que você tire fotos. Ali é possível encontrar as famosas tulipas e até mesmo adquirir os famosos bulbos das flores. Se você quiser, eles enviam para a sua casa. Vale a pena!

 

 

 

 

A partir daquele momento, estávamos prontos para iniciar nosso dia como “local”, e seguimos para a estação central rumo a Harleem. Uma viagem de 20 minutos e você já está na cidade. Por 6 euros adicionais, você tem o direito de viajar com a sua bicicleta. Confesso que ficamos um pouco decepcionados o lugar.

 

 

 

 

É lindo, cheio de canais e bicicletas, como uma Amsterdam menor, mais calma…. Mas esperava encontrar lindos jardins com tulipas, com todas as cores e charme que vemos nas fotos. Sempre que pesquisei sobre Harleem, essa era a impressão que tinha do lugar, afinal, estamos na Holanda! Apesar disso, é possível encontrar os famosos moinhos… lindos!

 

 

 

 

Para ser sincera, encontrei mais tulipas em Oslo do que aqui…. O mais perto que cheguei da flor foram os bulbos… Que não sei se renderiam a mesma beleza no Brasil….

 

 

De volta a Amsterdam, entre diversos museus que existem na cidade, escolhemos um em especial, o Van Gogh Museum. Imperdível! Se você gosta de arte, certamente amará… Se não, vai amar também pois descobrirá muito sobre a história do artista. Confesso que nunca fui uma grande entendedora do tema, mas fiquei impressionada com a produção do pintor, em somente 10 anos. Aproveite e conheça a loja do museu, com muitos souvenirs interessantes. Ali também é possível encontrar um bom lugar para almoçar, ou lanchar.

 

 

De lá, partimos para o famoso Vondelpark, afinal, era final de semana e todos aproveitam para ficar ao sol. O lugar fica lotado e a diversidade impera. É muito divertido apreciar a movimentação. Confesso que senti apenas falta de um bom chimarrão para me sentir em casa.

 

 

 

 

Como deixamos escapar a oportunidade de conhecer um bar de gelo em Estocolmo, resolvemos aproveitar para conhecer o bar de gelo Amsterdam. Situado na Avenida Amstel, o bar cobra cerca de 16 euros para uma experiência a -10 graus, por 30 minutos. Quando você compra o ticket, escolhe um drinque, que será servido lá dentro do bar.

 

 

A seleção musical do lugar é bem diversificada. Quando chegamos estava tocando lambada, depois foi aquela do tchetcherererererere….na saída, música eletrônica… Depois de uma espécie de boas vindas, você se prepara com uma roupa especial para o frio, entra no bar, assiste a um filme em 4D, bebe e se diverte. Não é possível tirar fotos no local, mas a empresa pode tirar algumas se você quiser, a um preço extra.

 

 

 

 

Depois de congelarmos, decidimos que era hora de entregar as bicicletas, afinal, partiríamos no dia seguinte cedo, antes da abertura da loja. Um ponto interessante sobre a cidade êh que, apesar de escurecer completamente por volta de 21h30, nessa época do ano, as lojas fecham cedo, lá pelas 17/17h30, então, acostume-se a comprar tudo o que quiser antes disso. Bicicleta entregue, caminhamos novamente pelo centro para nos despedirmos desse exótico lugar.

 

 

Para nossa surpresa, na LeidsePlein, uma das praças da cidade, estava acontecendo uma espécie de festival de rock. Para ter acesso a programação dos eventos, acesse aqui. Além da música, foi muito divertido acompanhar a movimentação do lugar. Se você estiver por aqui e o show estiver acontecendo, pare uns cinco minutos para admirar tudo o que se passa por lá.

 

 

 

 

Amei a cidade e certamente voltaremos algum dia, pois algumas coisas nos deixaram com gosto de quero mais, como alugar algum barco ou pedalinho para curtir os canais…

 

 

 

 

…a igreja que fica no sotão de uma casa no bairro da luz vermelha, encontrar mais tulipas, quem sabe nos hospedarmos em alguma casa/hotel/barco, ficar um pouco mais no Vondelpark num dia de sol, ou ficar simplesmente sentado, admirando o lugar e as pessoas, pois essa é uma cidade que sempre surpreende….

 

 

Para se deslocar na cidade é fácil, basta se acostumar com os canais:

 

 

 

 

Enjoy!!

 

 

Data da viagem: 25 a 27/maio/2012

 

 

 

 

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Publicado por em 27 de Junho de 2012 em Amsterdam, Holanda

 

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