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Paris – França

Bonjour à Tous! (Ui, eu estou muito chique hoje! hehehe)

 

Essa viagem não foi somente de dois viajantes… foi de quatro desbravadores! Um abraço especial para Natália e Fabiano, que nos acompanharam em grande parte dessas aventuras. Aliás, temos que combinar outra já! 😀

 

Ah… Paris! Se você me perguntar a primeira imagem que tenho da cidade, certamente foi nosso primeiro trem que pegamos… era um dia nublado e no vagão era possível escutar um aconchegante som vindo de um acordeon… a música? La vie en Rose… eternizada por Edith Piaf… mas nesse momento, ela não era cantada, apenas saía daquele instrumento de forma mágica, como desejando as boas vindas para nós. De repente, numa das curvas do trilho, encontramos, ao fundo, a Torre Eiffel! Não queria mais nada, simplesmente desejava que o mundo parasse de girar para aproveitar aquele momento liindo! Pronto, agora toda a vez que escuto a música, lembro de Paris!!

 

Minha melhor lembrança que trouxe de lá foi uma caixinha de música… com esse som. Quando sinto saudades de lá, basta tocá-la e parece que ela tem o dom de nos transportar pra lá na hora! 😀

 

Eeenfim, maluquices a parte, a cidade é tudo o que dizem e mais um pouco! Conhecida por cidade luz, cidade dos amantes, cidade do amor,… Paris é tudo isso mesmo e tenho certeza de que ficará marcada em suas lembranças. O escritor americano Hemingway escreveu a um amigo em 1950: “Paris é uma festa móvel, que se carrega no coração”.

 

Aproveitamos para caminhar muito e conhecer todos os cantinhos apaixonantes do lugar. Nosso primeiro passeio foi conhecer a famosa torre. Vou te contar que ela é impressionante, não só pelo tamanho, mas pelo charme. A estrutura metálica, por incrível que pareça, a deixa leve…e, ao longo do dia, sua cor vai mudando, como se ela se exibisse para o turista, para que nunca deixemos de apreciá-la. Vê-la ao cair da tarde, num tom alaranjado,… ou no começo da noite, com suas luzes se acendendo… não tem preço! Por isso, não se espante, quando voltar ao Brasil e rever as fotos, se ela estiver presente em quase todas! hehehe

 

Separe um vinho ou espumante, alguns croissants e sente no gramado em frente a ela… pare alguns minutos somente para contemplá-la e celebrar a vida! Você está em Paris!!

 

:: Igreja da Madalena, ou  Église de la Madeleine: Caminhando pelas ruas, essa igreja chama a atenção por sua arquitetura na forma de templo grego. É linda! No horário do almoço, é muito comum ver os franceses com a famosa baguete debaixo do braço, assim, não deixamos por menos. Compramos a nossa e sentamos na escadaria da igreja, como todos os franceses, e nos deliciamos com nossa refeição, afinal, como diz o ditado: “em Roma, como os romanos – na França, como os franceses” – já diria meu amor David! 😀

 

:: Torre Eiffel: Símbolo de Paris, foi concebida para a Exposição Universal de 1889, em comemoração ao centenário da Revolução Francesa. A torre, com seus 324 metros de altura, pode ser vista de vários pontos da cidade, lembrando sempre o turista de que está na cidade… algo como um lembrete para aproveitar o máximo cada momento na cidade luz. Sua construção, que inicialmente era temporária, tornou-se perpétua. Há três andares que podem ser visitados na torre e, dificilmente, você conseguirá subi-la sem enfrentar longas filas. Para isso, sugiro comprar com antecedência seu espacinho no elevador… entre no site e agende dia e horário. Lembre-se de levar o comprovante de compra. (http://www.eiffel-tower.com/pt). À noite o agito é ainda maior. A cada hora cheia, a torre ganha uma iluminação adicional por dez minutos. Como se ela tivesse nos chamando para apreciá-la, também, durante a noite, brilha igual a um pisca-pisca de Natal fora de época. Nesse passeio, estávamos com um casal de amigos e acabamos agendando para uma data diferente da que eles marcaram, pois chegamos alguns dias antes em Paris. Entretanto, andando pela cidade, acabamos nos perdendo no horário e, quando finalmente fomos ver o horário, já havia passado. Com muito tato, o David conversou com o gerente da torre que, muito gentilmente, permitiu que subíssemos, mesmo depois do horário. Já era final de tarde e, a medida que subíamos, as luzes da cidade se acendiam pouco a pouco… foi lindo!

 

:: Arco do Triunfo: Quando fomos, o arco estava sendo reformado, na parte externa. Mesmo com todo o cuidado de não descaracterizá-lo, ficamos sem ver ao vivo os incríveis detalhes da obra. Mas, de qualquer forma, vale a pena, afinal, é outro ícone da cidade. Quando chegamos a Paris, pegamos um táxi, que nos levaria até o hotel. Chegando perto do arco, comecei a ficar com medo… são várias pistas e os carros se enroscam por entre elas para entrar e sair… é uma doideira, mas, no final, tudo dá certo! hehehe Para quem deseja uma outra vista da Avenida Champs Élysées, basta subir no monumento e apreciar a paisagem. Ah, tem também uma estação de metrô que leva do ladinho do monumento…não se preocupe.

 

:: Avenida Champs Élysées: Conhecida como a avenida mais bela do mundo, conta com 71 metros de largura e quase dois quilômetros de comprimento, ou seja, tem muito espaço para “bater perna”…. famosa por suas marcar de luxo, você pode encontrar de tudo por lá, de cafés, cinemas, restaurantes, lanchonetes fast-food (http://www.champselysees.org/champselysees/). Para quem gosta de show estilo Moulin Rouge, também conta com um cabaré muito chique, chamado Lido (http://www.lido.fr/PORTUGAIS/?gclid=CP_Fv_PR460CFQtZ7AodEV49xQ). Não fomos, mas foi recomendado por todos na cidade. Dizem que é melhor que o tal do Moinho Vermelho… alguém sabe me dizer?

 

:: Palácio dos Inválidos: Trata-se de um complexo de prédios que foram concluídos em 1676, por ordem do rei Luiz XIV. Seu objetivo era acolher veteranos de guerra feridos ou desamparados. O local, que já chegou a hospedar seis mil soldados, hoje abriga vários museus, entre eles, estão o Hotel dos Inválidos e a Cripta do Dôme. No primeiro, você encontra o Musée de l’Armée (considerado um dos mais completos museus de história militar do mundo). Lá é possível ver armaduras, armas e uma infinidade de objetos oriundos das Guerras Mundiais. Para você que possui passaporte da comunidade européia e tem menos de 24 anos, a entrada é gratuita, assim como em vários lugares na Europa. Lembre-se de levar e perguntar sempre. Na Cripta do Dôme você encontra os restos mortais do imperador Napoleão Bonaparte, que foi general aos 26 anos, imperador aos 33 e morto no exílio aos 52 anos.  Por sua personalidade e ousadia, permanecem no imaginário de muitos até os dias de hoje. Como reza a lenda, Napoleão era baixinho mas com mania de grandeza… assim, seu lugar de repouso não poderia ser diferente…. é um lugar grandioso!

 

:: Ponte Alexandre III: Do Palácio dos Inválidos, você pode seguir para a Ponte Alexandre III, uma das mais belas, senão a mais bonita de Paris. A construção dessa ponte foi concluída em 1900.

 

:: Ponte Nova (Pont Neuf): Quem gosta de livros e antiguidades não deve deixar de visitar a área da Pont Neuf, que apesar do nome, é a mais antiga da cidade, construída em 1578. Às margens do Sena há um sebo a céu aberto com verdadeiras preciosidades.

 

:: Rio Sena e seus Bateaux Mouches: O Rio Sena será seu companheiro de viagem, pois as principais atrações turísticas da cidade estão junto as suas margens ou muito próximas a ela… assim, entre um passeio e outros, aproveite para deliciar-se com suas paisagens… Caso goste, existem diversas opções de barcos, que oferecem desde um simples passeio até jantares incrivelmente chiques… para isso, lembre-se de levar uma roupa especial na sua mala, pois o traje é elegante nesses jantares!

 

:: Igreja de Notre Dame: Chamada na Idade Média de “portão para o céu”, foi construída para receber o que eles acreditavam ser a “coroa de espinhos” usada por Jesus Cristo durante o Calvário e outras relíquias religiosas. O objeto sagrado teria sido comprado de um imperador bizantino pelo rei Luiz IX. A igreja é formada por duas partes. A capela inferior foi dedicada a Virgem Maria e era destinada aos servos e pessoas comuns, enquanto que a superior era exclusiva dos reis e membros da corte. Com 15 metros de altura, eles relatam mais de mil passagens bíblicas do Novo e Antigo Testamento. Uma rosácea com 86 painéis representa o Apocalipse. Durante a Revolução Francesa a coroa e outros objetos desapareceram e a capela foi bastante danificada, sendo até transformada em depósito de farinha. Um século mais tarde, em 1846, ela foi restaurada e recuperou o seu esplendor. Não chegamos a subir, mas você tem essa opção e, com sorte, poderá ver o Quasímodo, o corcunda de Nôtre-Dame, e da cigana Esmeralda. Brincadeiras a parte, a igreja faz parte da história da cidade. Ela serviu de berço para grandes eventos da história de Paris como a coroação de Napoleão Bonaparte, em 1804, e o funeral do presidente Charles de Gaulle, em 1970. Hmmm… ao sair da igreja, em direção ao Rio Sena, você encontra uma loja da Haagen-Dazs (sorvetes deliciosos), não resista e relaxe um pouco… curta o movimento e junte energias para continuar a jornada. Inove e experimente os lançamentos, você não irá se arrepender!

 

:: Igreja Sacré-Coeur (ou Sagrado Coração de Jesus):  A basílica foi construída para pagar uma promessa feita por Alexandre Rohault de Fleury, no início da Guerra Franco-Prussiana, em 1870. Ele prometeu construir a igreja caso a França escapasse do iminente massacre alemão. Apesar do cerco a Paris, a invasão não ocorreu e as obras começaram cinco anos mais tarde. Um dos tesouros da Sacré-Coeur é a estátua “Virgem Maria e o menino” do escultor francês P. Brunet. O lugar é lindo e, de quebra, você tem uma visão de tirar o fôlego lá de cima….. dá para ver praticamente toda a cidade!

 

:: Moulin Rouge: A famosa casa de shows de can-can, fonte de inspiração do filme estrelado no cinema por Nicole Kidmann, fica no mesmo bairro que a igreja Sacré-Coeur , o Montmartre. Conhecido como o bairro boêmio de Paris, é associado a artistas há 200 anos. Infelizmente, não fomos ao show…mas certamente estará na lista para uma próxima viagem 😀

 

:: Galerie Lafayette: Mesmo que você não seja consumista, pois o prédio é de uma arquitetura única. Por dentro, no vão central, você pode ficar horas admirando… aproveite para tomar um café… 🙂

 

:: Museu do Louvre: Dispensa comentários, correto? Mundialmente famoso pela tal “pirâmide invertida”, pela Monalisa e diversos outros quadros. É um lugar enorme e, caso você seja uma pessoa dedicada as artes, ficará dias desbravando as diversas salas. Lá você encontra, além das obras de arte, claro, uma simpática loja com diversos souvenirs do lugar… um mais lindinho que o outro. Também encontrará uma estação de metrô que fica praticamente embaixo, ou seja, não tem desculpa… 🙂 Com fome? Existem várias opções de lancherias e restaurantes. Aproveitamos e almoçamos por lá. Procurando uma loja da Apple? Lá também tem! 🙂

 

:: Jardins das Tulherias, ou Jardin des Tuileries: Se você está cansado de caminhar pela cidade, mas não da cidade… aproveite esse parque para contemplar. Trata-se de um  jardim no estilo francês, formal e simétrico, cheio de estátuas ornamentais

 

 

 

–> Alguns passeios fora da cidade que você não pode deixar de conhecer:

 

:: Palácio de Versailles: Você pode ir de trem ou excursão. No nosso caso, escolhemos a segunda alternativa por ser mais prático, afinal, disseram que a caminhada entre a estação e o Palácio é um pouco afastada.  Desde 1682, quando o rei Luís XV se mudou de Paris, até a família real ser forçada a voltar à capital em 1789, a Corte de Versalhes foi o centro do poder na França (http://www.chateauversailles.fr/homepage). Considerado um dos maiores do mundo, o Palácio de Versalhes possui 2.153 janelas, 67 escadas, 352 chaminés, 700 quartos, 1.250 lareiras e 700 hectares de parque. O lugar é divino… e os jardins são tão grandes que você pode escolher andar de charrete, caminhar ou usar uma espécie de trem que circula por lá. Separe um dia da sua viagem somente para o palácio e não irá se arrepender. Lá dentro, além das famosas lojinhas para souvenirs, é possível encontrar também restaurante e lanchonete.

 

:: Disney Paris, ou EuroDisney: Para maiores detalhes, veja o post específico.

 

:: Vale do Loire: Dessa região, visitamos Blois e tivemos a oportunidade de fazer um incrível voo de balão (https://osdoisviajantes.wordpress.com/2012/01/21/blois-franca/).

 

 

Espero que tenham gostado!

 

Antes de finalizar oficialmente o post, vale lembrar que a cidade é enorme e que tem muuuita coisa a ser vista. Tentei destacar aqui os principais mas, claro, você verá muito mais que isso. Esses são que se pode chamar de “básico”… quem tiver mais dicas, fique a vontade para acrescentar!

 

 

Enjoy!

 

 

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Data da viagem: 24 a 28/05/10 e 02 e 03/06/10

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Publicado por em 22 de Janeiro de 2012 em França, Paris

 

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Blois – França

Olá, a todos!

 

Inicialmente, Blois, na região do Vale do Loire, na França não estava na programação. O combinado era apenas Paris e Londres mas, um tempinho antes de viajarmos, o David viu uma reportagem lindíssima sobre o voo de balão e decidiu que iríamos. Sim, quando esse homem decide fazer algo, nada o impede!!

 

Assim, no “dia livre” que teríamos em Paris, decidimos ir a estação central e comprar nosso ticket até Blois, que fica aproximadamente duas horas de viagem. Chegando na cidade, não sabíamos por onde começar, mas decidimos caminhar para ver se encontrávamos alguém que pudesse nos guiar…depois de uns 15 minutinhos de caminhada, vimos um lindo castelo, o de Blois… que toma conta dos nossos olhos a cada passo que nos aproximamos. Ele apresenta uma mistura simpática de vários estilos arquitetônicos, como se cada parte representasse um pedaço da história da cidade.

 

Ali pertinho, encontramos um ponto de informação ao turista. Fomos muuuito bem atendidos por uma senhora que nos deu todo o suporte que precisávamos. Fomos informados de que os voos de balão saem no comecinho da manhã ou no final da tarde. Como o horário da tarde estava muito próximo para qualquer planejamento, decidimos procurar algum hotel para passar a noite e, assim, fazermos nosso passeio no outro dia pela manhã. Próximo da estação, encontramos um simpático hotel… nada de muito luxo, mas super ajeitadinho.

 

Pronto: já tínhamos o lugar para dormir, o voo já estava programado para as 5 horas da manhã e os despertadores já estavam ajustados para as 4h30. Assim, tínhamos um tempinho ainda até a noite chegar, decidimos aproveitá-lo caminhando pela cidade. Durante a janta, conversando com um morador local, fomos informados de que naquele castelo que vimos na entrada, haveria um show de som e luz durante a noite, contando sua história. Ficamos super empolgados e decidimos ir. Não nos arrependemos. É realmente lindo! Tudo acontece no pátio interno do palácio. Quando chegamos, todas as luzes estavam ligadas, ressaltando os detalhes daquela arquitetura fantástica. A noite estava fria e tínhamos levado pouca roupa, afinal, o planejado não era dormir por lá… mas valeu cada tremida… foi lindo ver, aos poucos, o show tomando forma, os desenhos projetados nas paredes internas do castelo…e toda a movimentação de som e luz,…certamente nos transportamos para aquela época! 😀

 

No dia seguinte, beeem cedinho, acordamos e esperamos na frente do hotel, local combinado para encontro. Uma espécie de jipe parou na porta e entramos. Depois de buscar outros turistas, finalmente chegamos ao local da decolagem. O guia informou que não saberia o trajeto nem sequer aonde seria o pouso, pois tudo depende das condições climáticas. Assim, sugeriu que curtíssemos o voo e aproveitássemos tudo lá em cima ao máximo.

 

Ao entrar no balão, o primeiro desafio. O David tinha feito, há menos de um mês, uma operação para colocar “âncoras” no ombro, pois o mesmo se deslocava, ou melhor, saía do lugar mesmo. O médico foi taxativo ao recomendar repouso e juro que estávamos tentando,… mas não poderíamos deixar passar uma oportunidade como essa! hehehe Que dilema! Foi aí que descobrimos que a entrada no balão acontece quando o cesto (aquele lugar que ficamos em pé enquanto uma bola gigante de ar quente flutua pelos céus) está deitado, ou seja, para entrarmos, deveríamos estar deitados, inclinados, no cesto… #medo

 

No final, tudo deu certo e, aos poucos, o balão foi subindo, apresentando, em pedaços, a vista maravilhosa que teríamos pela frente. O sol ainda estava tímido e, com seu leve tocar ao solo, o sereno na vegetação, bem devagar, levantada um leve sereno… lindo!

 

De repente, o som de um trem se aproxima rapidamente e vemos, no horizonte, uma enorme serpente sobre os trilhos…ao desviar o olhar para o lado, avistamos outro lindo castelo. Um pouco mais a frente, um lindo jardim…era uma exposição do gênero na região. A paisagem era como se alguma criança estivesse, aos poucos, modelando uma paisagem para nos impressionar… e confesso que conseguiu! Ficamos todos encantados com tudo o que víamos. O barulho do fogo, subindo e bailando para nós, era a trilha sonora perfeita para a ocasição.

 

Finalmente, tocamos o solo e fomos surpreendidos por nosso café da manhã: croissants e espumante, que delícia! Como brinde, ganhamos também um diploma de participação. Não preciso falar que foi nosso troféu a viagem toda! 😀

 

Como estávamos numa região cercada de castelos, decidimos aproveitar as poucas horas restantes para conhecer três próximos a cidade. Em frente aquele lugar que pedimos informação turísticas, sai uma linha de ônibus circular que contempla os castelos Chambord, de Cheverny e, claro, o de Blois. É muito rápido e os ônibus são, normalmente, pontuais.

 

Esses castelos são lindos! Você encontra na região de cada um deles restaurantes ou lancherias e lojas de souvenirs. É uma linda viagem no tempo que certamente ficará marcada!

 

*** Hmmm…. peraí! Em tempo, preciso registrar. Realmente,  não estávamos com o dia livre. Nessa viagem para Londres e Paris, fomos com um querido casal de amigos (Natália e Fabiano) e tínhamos combinado irmos em um jogo de Rolland Garros com eles…. mas a vontade de ir conhecer o Vale do Loire foi tamanha, que decidimos largar tudo e nos jogarmos nessa aventura! Desculpa pessoal… fica para a próxima viagem, que tal?!

 

Enjoy!

 

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Data da viagem: 02/06/10 e 03/06/10

 
2 Comentários

Publicado por em 21 de Janeiro de 2012 em França

 

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