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Copenhagen

 

Olá, viajantes!!

 

 

Chegamos na cidade de ferry boat as 9h45min. Como tínhamos pouco tempo para conhecer Copenhagen, fomos direto ao metrô para deixar as malas no hotel, já que o check in aconteceria somente as 15h.

 

 

O sistema de check out do navio é muito simples: como as chaves são de papel, basta deixar o quarto, sem maiores burocracias.

 

 

Saindo da estação do ferryboat, siga a direita. Quando chegar numa grande avenida, siga a direita e localize uma estação chamada Nordhavn. Compre os tickets em uma máquina no segundo andar da estação. É sempre bom ter moedas, pois o cartão, não sabemos por qual motivo, já que estava em idioma local, não finalizou a operação.

 

 

Desembarcamos na estação central, ou Kobenhavn H. O hotel escolhido fica a menos de uma quadra dali, chamado Nebo Mission Hotel.

 

 

Apesar da excelente localização (uma quadra da estação central, do ponto de informações turísticas da cidade e do Parque Tivoli), fomos muito mal recebidos pela atendente. A internet do hotel é paga, mas o quarto é bom.

 

 

Deixamos as malas no hotel (em tempo: se você fizer isso, avise a recepção caso planeje chegar tarde, para não ser considerado no show) e fomos em direção ao Nyhavn. Passamos pela rua Stroget que, apesar de ter varios nomes diferentes, ficou denominada assim. Trata-se de uma rua exclusiva para pedestres com diversas lojas e corta grande parte do centro histórico.

 

 

 

 

Nyhavn é uma antiga região de tabernas e prostíbulos, reformada, tornou-se uma rua muito movimentada. De lá partem os cruzeiros pelos canais da cidade.

 

 

 

 

Em trinta minutos de passeio você poderá ter uma boa noção de como a cidade funciona. Vale a pena.

 

 

 

 

Aproveitamos a grande oferta de restaurantes e almoçamos por ali mesmo… Opções nao faltam! :))

 

 

 

 

De lá, caminhamos até o Amalienborg, um lindo conjunto arquitetônico, que forma uma praça, construída em 1749. As 14h acontece a troca da guarda, uma bela cerimônia a ser vista famosa.

 

 

 

 

Pertinho dali, caminhe até estatua da sereia, alias, se você fizer o cruzeiros nos canais já terá conhecido a estátua. Para tirar umas fotinhos mais de perto, fomos até o local. Com um pouco de paciência, você conseguira uma foto bem pertinho… Mas tenha paciência… Normalmente o lugar é cheio de turistas! Hehehehe

 

 

 

 

Ali na região você também poderá conhecer o Kastellet, uma fortificação de tijolos vermelhos, cercados por um lindo parque e igreja, rende lindas imagens!

 

 

No caminho de volta ao centro, decidimos entrar para conhecer uma linda igreja chamada Frederiks Kirke.

 

 

Para relaxar, decidimos experimentar o sorvete local na Paradis. Pedimos o tradicional sabor de chocolate e arriscamos um novo, que me surpreendeu: chocolate branco com menta! :))

 

 

 

 

Depois da parada, seguimos caminhada até Rosenborg, ou Palácio das Rosas. Além do construção, que fecha as 16h para visitação, você poderá passear pelos belos jardins ao redor.

 

 

 

 

Nessa época do ano estava lotado… Todos aproveitando o agradável dia de sol.

 

 

Bem pertinho, você poderá conhecer a Round Tower.

 

 

 

 

Como estávamos o dia todo caminhando, decidimos retornar ao hotel para fazermos o check in e nos preparamos para conhecer o famoso Parque Tivoli.

 

 

 

 

Um encantador parque dentro da cidade, conta com mais de uma dezena de bons restaurantes, além dos brinquedos e lojinhas com souvenirs dos mais variados.

 

 

Entre as mais variadas cores de tulipas que encontramos nessa viagem, a que certamente chamou mais a nossa atenção foi a famosa Tulipa Negra… linda!

 

 

 

 

A compra do ingresso pode incluir alguns brinquedos e outras opções, assim, pesquise antes de chegar ao parque. Clique aqui para acessar o site do parque.


 

 

 

No Tivoli você poderá admirar jardins impecáveis e um casal lindo de pavões… Uma atracão a mais no parque!!

 

 


 

 

Reserve o final da tarde para esse passeio, pois ver o acender das luzes é super charmoso. Jante enquanto espera, opções não faltam!

 

 

 

 

A cidade de Copenhagen é plana, o que facilita a locomoção por bicicletas. Cuidado para não ser atropelada por uma delas! hehehe

 

 

 

 

Deixe o sedentarismo de lado e se joga nessa ideia!!

 

 

 

 

 

Assim, como diria David, Copenhagen é uma cidade 7 (como todo o botafoguense supersticioso):

 

1) Stroget

 

2) Nyhavn + Cruzeiro pelos canais

 

3) Pequena Sereia

 

4) Kastellet + Parque

 

5) Rosenborg

 

6) Round Tower

 

7) Parque Tivoli + Jantar

 

 

Esperamos que tenham gostado. E você, tem alguma dica de passeio na cidade?

 

 

 

Em tempo, a cidade de Copenhagen vem sofrendo diversas transformações. Por todos os cantos que caminhamos pudemos encontrar canteiros de obras. Certamente ela estará muito mais charmosa daqui a uns 5 anos… trazendo muitas novidades para os turistas!

 

 

 

Enjoy!

 

 

 

Data da viagem: 20 e 21/maio/2012

 

 

 

 

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Publicado por em 28 de Junho de 2012 em Copenhagen, Dinamarca

 

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Amsterdam

 

Olá, Pessoal!!

 

 

Na estação de trem em Colônia algo me dizia que estaríamos partindo para uma cidade bem diferente. Junto a porta de e embarque do trem, dois jovens fumavam tranquilamente algo com um cheiro bastante peculiar. Algo diferente estaria por vir…

 

 

Durante a viagem, tivemos que trocar novamente de trem, sem motivo aparente, afinal, havíamos comprado tickets para viagem sem escalas.

 

 

Passado o sustos, chegamos na cidade sem maiores incidentes. Desembarcamos do trem e saímos da estação em busca de um ponto de informações ao turista, que fica bem pertinho, do outro lado da rua. Ali você pode comprar o mapa da cidade por 2,5 euros, ou pegar gratuitamente no ônibus (elétrico).

 

 

Para quem aluga ou chega de bicicleta na cidade, existe inúmeros estacionamentos para elas. É possível encontrar lugares gigantes, que servem de abrigo para as magrelas…

 

 

 

 

Para chegar ao hotel, pegue no mesmo lado do ponto de informações os trens 1, 2 ou 5, e desça na rua Prinsengracht, 328. Caminhe alguns minutos e você encontrará sem maiores dificuldades. O atendente nos informou sobre a lotação do hotel e avisou que seria oferecido um upgrade do quarto…. Bom, não?! A vista do quarto que ficamos é linda… De frente para o canal, pudemos observar todo o movimento. O Amsterdam Wiechmann Hotel é uma graça! Super recomendamos!! 🙂

 

 

Para ver a foto 360 graus da região do hotel, clique aqui.

 

 

 

 

Depois de alguns minutos caminhando pela cidade, percebi que a nossa maior preocupação deveriam ser as bicicletas. Elas estão por toda a parte e aparecem do nada, pois não ficam somente nas ciclovias.

 

 

Aproveitamos o primeiro dia para fazer uma espécie de caminhada de reconhecimento do território. Passamos pelo flea market (mas chegue cedo, pois a feira já estava fechando quando chegamos, aproximadamente as 17h), red light zone (várias ruas com os mais diversos tipos de diversão adulta) e almoçamos/jantamos em um restaurante brasileiro, afinal, a saudade do guaraná e arroz com feijão já estava batendo depois de quase 10 dias de viagem.

 

 

Os canais da cidade são um charme só… encantadores!

 

 

 

 

 

Não lembro de ter visto uma cidade com tantas lojas vintage quanto Amsterdam. Aqui você encontra roupas, acessórios e ate móveis e objetos de decoração, além, é claro, de várias feirinhas, cada uma com sua especialidade. Se você gosta desse tipo de investimento, vale a pena conferir o site da cidade que contém todas as informações, como datas e horários.

 

 

 

 

Nosso segundo dia iniciou com o aluguel de bicicleta, pois descobrimos que a melhor maneira de aproveitar bem cada momento é sobre duas rodas. Você tem algumas opções quando vai a uma loja locar, como bicicleta com marchas (aproximadamente 15 euros por 24 horas) ou sem, nessa opção o freio é no pé (aproximadamente 9 euros por 24 horas), algo que não se vê mais no Brasil.

 

 

Depois disso, você escolhe o período e se deseja ou não o seguro. Como ouvimos muitas histórias de roubo, inclusive de pessoas que levavam a bicicleta, mesmo travadas, resolvemos pagar mais 3 euros para cada, só por garantia.

 

 

Se você assume o risco e algo acontece, o valor a ser ressarcido é de 450 euros. Vale lembrar que a cidade é plana, então a opção da bicicleta de marchas não é tão essencial. Escolhemos pela facilidade no freio. Locamos nas Mac Bike, com diversos pontos espalhados pela cidade, sempre tem uma loja perto do hotel, mas note que você poderá apenas entrega na loja que locou.

 

 

 

 

Aproveite para conhecer o Museu da Cerveja Keineken e o Mercado das Flores. Mas, cuidado, eles não permitem que você tire fotos. Ali é possível encontrar as famosas tulipas e até mesmo adquirir os famosos bulbos das flores. Se você quiser, eles enviam para a sua casa. Vale a pena!

 

 

 

 

A partir daquele momento, estávamos prontos para iniciar nosso dia como “local”, e seguimos para a estação central rumo a Harleem. Uma viagem de 20 minutos e você já está na cidade. Por 6 euros adicionais, você tem o direito de viajar com a sua bicicleta. Confesso que ficamos um pouco decepcionados o lugar.

 

 

 

 

É lindo, cheio de canais e bicicletas, como uma Amsterdam menor, mais calma…. Mas esperava encontrar lindos jardins com tulipas, com todas as cores e charme que vemos nas fotos. Sempre que pesquisei sobre Harleem, essa era a impressão que tinha do lugar, afinal, estamos na Holanda! Apesar disso, é possível encontrar os famosos moinhos… lindos!

 

 

 

 

Para ser sincera, encontrei mais tulipas em Oslo do que aqui…. O mais perto que cheguei da flor foram os bulbos… Que não sei se renderiam a mesma beleza no Brasil….

 

 

De volta a Amsterdam, entre diversos museus que existem na cidade, escolhemos um em especial, o Van Gogh Museum. Imperdível! Se você gosta de arte, certamente amará… Se não, vai amar também pois descobrirá muito sobre a história do artista. Confesso que nunca fui uma grande entendedora do tema, mas fiquei impressionada com a produção do pintor, em somente 10 anos. Aproveite e conheça a loja do museu, com muitos souvenirs interessantes. Ali também é possível encontrar um bom lugar para almoçar, ou lanchar.

 

 

De lá, partimos para o famoso Vondelpark, afinal, era final de semana e todos aproveitam para ficar ao sol. O lugar fica lotado e a diversidade impera. É muito divertido apreciar a movimentação. Confesso que senti apenas falta de um bom chimarrão para me sentir em casa.

 

 

 

 

Como deixamos escapar a oportunidade de conhecer um bar de gelo em Estocolmo, resolvemos aproveitar para conhecer o bar de gelo Amsterdam. Situado na Avenida Amstel, o bar cobra cerca de 16 euros para uma experiência a -10 graus, por 30 minutos. Quando você compra o ticket, escolhe um drinque, que será servido lá dentro do bar.

 

 

A seleção musical do lugar é bem diversificada. Quando chegamos estava tocando lambada, depois foi aquela do tchetcherererererere….na saída, música eletrônica… Depois de uma espécie de boas vindas, você se prepara com uma roupa especial para o frio, entra no bar, assiste a um filme em 4D, bebe e se diverte. Não é possível tirar fotos no local, mas a empresa pode tirar algumas se você quiser, a um preço extra.

 

 

 

 

Depois de congelarmos, decidimos que era hora de entregar as bicicletas, afinal, partiríamos no dia seguinte cedo, antes da abertura da loja. Um ponto interessante sobre a cidade êh que, apesar de escurecer completamente por volta de 21h30, nessa época do ano, as lojas fecham cedo, lá pelas 17/17h30, então, acostume-se a comprar tudo o que quiser antes disso. Bicicleta entregue, caminhamos novamente pelo centro para nos despedirmos desse exótico lugar.

 

 

Para nossa surpresa, na LeidsePlein, uma das praças da cidade, estava acontecendo uma espécie de festival de rock. Para ter acesso a programação dos eventos, acesse aqui. Além da música, foi muito divertido acompanhar a movimentação do lugar. Se você estiver por aqui e o show estiver acontecendo, pare uns cinco minutos para admirar tudo o que se passa por lá.

 

 

 

 

Amei a cidade e certamente voltaremos algum dia, pois algumas coisas nos deixaram com gosto de quero mais, como alugar algum barco ou pedalinho para curtir os canais…

 

 

 

 

…a igreja que fica no sotão de uma casa no bairro da luz vermelha, encontrar mais tulipas, quem sabe nos hospedarmos em alguma casa/hotel/barco, ficar um pouco mais no Vondelpark num dia de sol, ou ficar simplesmente sentado, admirando o lugar e as pessoas, pois essa é uma cidade que sempre surpreende….

 

 

Para se deslocar na cidade é fácil, basta se acostumar com os canais:

 

 

 

 

Enjoy!!

 

 

Data da viagem: 25 a 27/maio/2012

 

 

 

 

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Publicado por em 27 de Junho de 2012 em Amsterdam, Holanda

 

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Berlim – Alemanha

Olá, Pessoal!

 

Berlim é uma cidade muito rica tanto histórica quando culturalmente. Confesso que a cidade para mim continua um enigma. Ela consegue ser uma mistura de culto ao passado, com ruas e prédio preservados da época da divisão, e, ao mesmo tempo, é uma constante busca por transformação, por novidade e pela construção de uma nova história. É possível caminhar por ruas desertas, mesmo durante o dia e, ao virar a esquina, nos depararmos com um bar super movimentado.

 

Com diversos pontos turísticos, a cidade está totalmente preparada para ser explorada, afinal, apresenta uma rede de transporte variada, que facilita o deslocamento por todos os cantos. Para os atletas, nos principais pontos turísticos, é possível alugar bicicletas individualmente ou entrar em algum grupo que deseja explorar a cidade em um meio de transporte ecológico.

 

Em Berlim, você pode ficar anos percorrendo suas ruas e ainda não terá visto de tudo. Por isso, penso que você, turista, deve focar no que deseja. Nessa nossa viagem, decidimos deixar de lado um pouco a parte sombria da Segunda Grande Guerra e nos dedicamos um pouco a caminhar pelos recantos da cidade e, confesso, saímos com o gostinho de quero mais! 🙂

 

Logo quando chegamos na cidade resolvemos dar uma caminhada de reconhecimento da redondeza, como de costume. Logo de cara, vemos que a cidade vive ainda o desejo de união, representado pelos diversos monumentos encontrados pelos caminhos. Para mim, o mais imponente é o dos elos, na rua principal. Ali, você encontra a tradicional loja KaDeWe, ou Kaufhaus des Westens. O que ela vende? De tudo!!! Isso mesmo, tudo o que você imaginar, você encontra ali, de divinos chocolates, a malas, material de escritório, objetos de decoração, roupas e calçados. No último andar, um delicioso restaurante, com uma vista panorâmica da região… vale a pena visitar! As sobremesas são uma maravilha!

 

Aproveitamos que ainda dava tempo e resolvemos dar uma volta no Hopp On/Hopp Of da cidade, que sai ali pertinho. Aliás, na frente dessa KaDeWe tem um ponto. O passeio total dura aproximadamente duas horas e meia, mas, normalmente, você fica mais tempo, já que é inevitável uma paradinha para fotos e visitações. Eles são muito organizados e você não esperará mais de que 15 minutos para a chegada do próximo ônibus. Para os que não se viram muito bem no alemão, uma boa notícia! O guia eletrônico do ônibus (que você escuta através de fones de ouvido) pode ser ajustados para o português. Ah, o ticket é válido por 48 horas, ou seja, se você cansou, pode retornar no dia seguinte e completar o passeio. Penso que é a melhor forma de ter uma visão geral da cidade… depois de completá-lo, você estará apto a escolher o que mais gostou e retornar. Mais informações: http://www.berlincitytours.rezgo.com/details/1137/city-circle-tour

 

Um dos lugares que achei lindo foi o Parlamento Federal da Alemanha, ou Reichstag. O prédio sofreu um incêndio em 1933 e ficou em ruínas até 1961, quando começou seu processo de restauração, que durou, aproximadamente, três anos.  Como sua cúpula havia sido completamente destruída, sua reconstrução fez-se necessária, entretanto, utilizando a antiga, datada de 1894, como referência. Após sua inauguração, foi aberta para visitação. De lá, tem-se uma vista incrível da cidade e do parlamento. Infelizmente, não tivemos acesso, pois, em função da grande procura, deve-se marcar com antecedência. Assim… #ficaadica: http://www.bundestag.de/htdocs_e/visits/index.jsp

 

Nosso hotel era próximo da Estação Central de Trem e do zoológico da cidade, assim, não poderíamos deixar de visitá-lo! É incrível como algumas coisas marcam: lembro do zoológico de Berlim como sendo a casa do urso Knut, o primeiro urso polar a nascer no zoo de Berlim em mais de 30 anos. Ele foi tão importante para a divulgação do lugar que pensam até em fazer uma estátua de bronze para homenageá-lo. Enfim, o lugar é lindo! Tem diversas espécies e conta, inclusive, com uma pequena fazendinha dentro, onde você pode ter contato direto com os animais, alimentando-os inclusive.

 

Após essa visita cheia de novidades, resolvemos repassar os pontos turísticos que mais nos chamaram a atenção no hop on/hop of do dia anterior e, claro, ver o famoso muro de Berlim (mesmo que só um pedacinho). A primeira parada foi no famoso Check Point Charlie. Esse lugar fica no meio da rua mesmo. Era uma espécie de ponto de verificação, que controlava a circulação de pessoas entre a Berlim Oriental e Ocidental. Vale a pena uma passada no lugar, pois você pode ver atores vestidos com as roupas da época e, caso seja de seu interesse, adquirir algum produto da Segunda Guerra nas barraquinhas que ficam ali perto. Não chegamos a subir, mas ali pertinho tem um tipo de balão, que oferece uma vista panorâmica da região.

 

Dali, resolvemos passear até o famoso Portão de Brandemburgo, símbolo da cidade e palco da comemoração da nova Berlim unificada. O local é muito simbólico, pois era uma das entradas da cidade. Para quem gosta de música, o Portão foi o cenário do show do U2 na comemoração do vigésimo aniversário da queda do muro…a região é linda e cheia de simbologia. Com sorte, você pode presenciar até uma apresentação de dança ao ar livre! Caso você seja adepto a atividades físicas, pode encontrar ali diversas opções de bicicletas para grupos, inclusive, com barris de chopp, bem no estilo alemão.

 

Caminhando pelas ruas, a procura do pedaço remanescente do muro de Berlim, encontramos algo inusitado: uma piscina pública flutuante no Rio Spree. Isso mesmo, você não leu errado. Na beira do rio, na verdade, sobre o rio, eles construíram um deck com piscina. Caso você queria uma programação diferente, aí está! É como em qualquer lugar, você paga a entrada e desfruta de um dia na beira da piscina, no rio… por mais estranho que isso possa parecer.

 

Aliás, falando nisso, você também pode pegar uma praia ao lado do muro. Novamente, outro passeio inusitado 🙂 Passeando pela rua que leva ao muro, encontramos um espaço aberto e fomos conferir do que se tratava, pois, em Berlim, tudo é possível. De repente, estamos pisando em uma areia de praia, com direito a guarda-sol, barzinho, música ambiente e funcionários devidamente trajados… incrível!

 

Seguindo o trajeto, finalmente, encontramos o Berliner Mauer. Confesso que um misto de sentimentos tomou conta de mim… atualmente o local virou uma espécie de galeria de arte ao ar livre. Artistas foram chamados para, em um pequeno pedaço, representar momentos de tristeza, separação, angústia e esperança, e, acima de tudo, um lembrete para as próximas gerações. Vale muito a pena caminhar pela região, sempre repleta de turistas, e refletir um pouco sobre tudo o que aconteceu naquele lugar. Para mim, foi um dos lugares mais marcantes que visitamos, pois em todos os outros encontramos um lado comercial (é possível encontrar a venda, inclusive, pedaços do muro em tamanhos variados), mas o muro não… ali podemos encontrar recortes da história, momentos de angústia, de incertezas. Ali se vê claramente a divisão das cidades através da preservação dos prédios, é como se voltássemos no tempo.

 

Para as viciadas em compras, a cidade conta com uma loja da Galerie Lafayette… um luxo! E para os amantes da culinária típica alemão, opções quitutes locais não faltam!

 

Ahh… por último e nem por isso menos importante, Berlim tem uma característica muito interessante, além de várias outras, claro, que são os sinais de trânsito. Foi criado na cidade uma espécie de bonequinho. Ele está presente em todos os semáforos e você pode encontrar os mais diversos souvenirs em lojas da região… uma gracinha! E para os apaixonados, uma característica que me chamou muito a atenção, foi a mania do alemão de eternizar relacionamentos através de cadeados em pontes. Reza a lenda que se você escrever o nome do casal no cadeado e fixá-lo numa ponte, o relacionamento se perpetuará… bom, como diz o ditado, no creo en las brujas, pero que las hay, las hay… ASSIM: Já separei o meu para a próxima viagem! hehehe 😀

 

Como já havia dito, locomover-se pela cidade é muito fácil. O trajeto do aeroporto para o hotel pode ser feito de ônibus, que saem da frente do aeroporto e percorrem grandes trajetos, e podem ser complementados de metrô. No nosso caso, somente o ônibus bastou. Mas nesse site você poderá acessar todas as informações que precisar: http://www.bvg.de/index.php/en/index.html.

 

Bom, espero que essas informações tenham sido úteis!

 

Enjoy!

 

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Data da viagem: 06/05/11 a 08/05/11

 
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Publicado por em 21 de Janeiro de 2012 em Alemanha

 

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