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Estocolmo

 

 

Olá, viajantes!

 

 

Fizemos o trecho Galeão/Estocolmo de TAP, uma excelente cia aérea. Recomendamos!

 

Lembra da época da Varig, quando éramos recebidos com comissários simpáticos? Consegue lembrar da última refeição a bordo sem talheres de plástico? Então… essa é a cia!

 

 

Chegando no aeroporto, busque o ponto de informações ao turista e compre o passe do trem Arlanda Express. O trem vai até o centro e tem serviço free de internet (acredite!). Você tem três opções para deslocamento até o centro da cidade:  ônibus, Arlanda express e táxi. Para facilitar o deslocamento, reserve hotel nessa região. Sugerimos o Hotel kungsbron, ele é meio estranho, os quartos ficam no subsolo e, por isso, não tem janelas. Mas com preço justo e bem localizado – internet free e café da manhã pago – o hotel fica perto da estação central de trem, vantagem para quem utiliza o transporte.

 

 

No primeiro dia, visite a Rua Karla, com um infinidade de lojas e restaurantes. Não deixe de conhecer a Loja de departamentos no final da rua. Para ver a foto 360 graus, clique aqui.

 

 

Seguindo a rua Karla, você encontra uma linda composição de prédios históricos, que chamam a atenção pela limpeza e cuidado. Para conhecer este lugar em uma foto 360 graus, clique aqui.

 

 

 

 

Ali, você encontrará a residência da família real e alguns outros museus. Siga as placas e seja feliz! 🙂

 

 

 

 

Um ponto interessante de Estocolmo foi a dificuldade de encontrarmos telefones públicos. Nosso cartão foi bloqueado e  tivemos que ligar para o banco do nosso celular, algo muito engraçado, afinal, aqui no Brasil temos em cada esquina, praticamente.

 

 

 

 

Depois de muitas andancas, finalmente encontramos um, APENAS UM, e, claro, tivemos que registrar o momento tão especial!

 

 

Na época em que visitamos a cidade, em maio, na primavera, durante a noite esfriava muito, então, prepare-se com um casaco.  O fuso horário de 5 horas nos deixa um pouco perdido no começo. Imaginar que estamos almoçando as 8h da manha e jantando 3h da tarde êh bem diferente. Assim como acordar as 2h da manha

 

 

A cidade é multicultural, com lindos prédios antigos, e super limpa.

 

 

Não deixe de conhecer o Absolut Stockholm Bar, um bar todo feito de gelo, das paredes aos copos… topa!?

 

 

O lugar que mais chamou a minha atenção na cidade foi certamente o Museu Vasa. Reserve, no mínimo meio dia para poder admirar todos os cantos do lugar. É um luxo!

 

 

A história é a seguinte: construído por determinação do Rei Gustavo Adolfo da Suécia, com o desafio de se constituir no mais potente navio de guerra de seu tempo, os seus três mastros principais elevavam-se a mais de 50 metros de altura, suportando uma dezena de velas.

 

 

 

 

Estava equipado com 64 peças de artilharia de diversos calibres, magnificamente decorado com esculturas entalhadas em madeira. A sua tripulação era de 400 homens. Reza a lenda que o teste feito antes da inauguração do navio foi suspenso pelo construtor, ninguém sabe o motivo.

 

 

 

 

No dia 10 de Agosto de 1628, poucos minutos após ter soltado ferros para a sua viagem inaugural, completamente carregado, uma rajada de vento fez o navio inclinar para esquerda, deixando entrar água pelas portas de arma inferiores, causando o seu naufrágio ainda no porto, um acidente que envergonhou o país.

 

 

 

 

Após 333 anos no abaixo d’água, na década de 1950, o navio foi encontrado. Um árduo trabalho de resgate foi planejado e muito dinheiro foi investido, para resgatar o navio das profundezas. Estava com sua estrutura tão bem conservada que pode, inclusive, navegar até o porto. O trabalho de limpeza, preservação e restauração da embarcação puderam ser revelados. Atualmente é o museu mais visitado dos países escandinavos, com uma média de 800.000 pessoas por ano. Entretanto, em função do longo tempo submerso, o navio deve ser mantido em um ambiente com temperatura e umidade controlados para a preservação de toda a madeira. Vale ressaltar que mais de 90% do navio que se conhece hoje é de sua estrutura original, tendo sido trocado apenas os tecidos e cordas, basicamente.

 

 

Nesse ambiente é possível encontrar partes do navio restaurados com a coloração original, apresentando a imponência do rei sueco, bem como vídeos e maquetes do navio. Infelizmente, não se pode entrar na embarcação, mas em função dos andares ao redor, você pode conhecer cada cantinho desse herói.

 

 

Para ver uma foto 360 graus do museu, clique aqui e aqui.

 

 

Não deixe de conhecer o City Hall, ou edifício da Câmara Municipal de Estocolmo, lugar onde é realizada a cerimônia do Premio Nobel. Nele, conheça o atendente Magnus. Muito simpático, ele morou no Brasil por seis meses e disse que sentiu mais frio em Porto Alegre do que na Suécia, acredita?

 

 

 

 

Ali, existem alguns pontos interessantes:

 

 

 

 

Construído entre 1911 e 1923, é uma das construções mais importantes da Suécia, em estilo nacional-romântico. Por detrás da majestosa fachada erguida com 8 milhões de tijolos, alojam-se escritórios, salas de reuniões e salões de festas. Inspirado pelos palácios renascentistas italianos, o arquiteto Ragnar Ostberg desejou que o edifício fosse construído ao redor de duas praças, o Jardim do Burguês e o Salão Azul.

 

 

 

O Salão Azul era para ter sido dessa cor, mas o arquiteto mudou de ideia. Quando viu a beleza dos tijolos vermelhos, não quis mais cobri-los com reboco azul. Por ser conhecido com esse nome, não foi alterada denominação do salão. Neste local, o maior espaço da Câmara Municipal, realiza-se a festa do Prêmio Nobel, no dia 10 de dezembro de cada ano. É possível encontrar também um dos maiores órgãos do norte da Europa, com 10.000 tubos e 135 registros.

 

 

A Sala do Conselho é o local de reuniões da Assembléia Municipal de Estocolmo. A galeria destinada ao público tem lugar para 200 pessoas e o teto, com abertura simbólica, dá a sensação de estarmos numa cabana viking.

 

 

A Abóboda dos Cem é a entrada de honra da Câmara Municipal e dá acesso direto ao piso das festividades. O teto é composto por uma abóboda de arestas com cem mantos de arcada. No peitoril da parede é possível encontrar o Carrilhão de São Jorge, santo padroeiro da cidade. No verão, às 12h e às 18h, o carrilhão gira e é possível encontrar São Jorge e o dragão na varanda externa, juntamente com a melodia do padroeiro.

 

 

Todos os sábados, cerimônias de casamento são realizadas na Antecâmara Oval.

 

 

A Galeria do Príncipe é usada para recepções oficiais do município. Aqui, é possível encontrar uma linda pintura feita pelo príncipe, com imagem muito semelhante a encontrada através da janela.

 

 

A Sala Três Coroas recebeu o nome devido as três candeeiros dourado, pendurados nas vigas do teto. A parede norte está coberta por brocados de seda tecidos na China. Entre as pinturas, destaca-se a Vista desde Mosebacke, executada em 1790.

 

 

Duas magníficas portas de cobre pesam uma tonelada cada e dão acesso a Sala Dourada. Com mais de 18 milhões de mosaicos de vidro e ouro, a sala é utilizada para banquete com lugar para até 700 convidados sentados. Na sala predomina a figura de “Estocolmo, Rainha do Mälaren, homenageada pelo Leste e pelo Oeste”, na parede do fundo.

 

Um bairro antigo, chamado Gamla Slam, que fica do outro lado do rio, também merece um passeio.

 

 

Não deixe de passar numa confeitaria e se joga nos doces maravilhosos! (aqui também tem deliciosos waffles)

 

 

 

 

A cidade de Estocolmo é amigável para quem gosta de caminhar, os principais pontos podem ser percorridos a pé.

 

 

A moeda oficial da cidade é a coroa. O euro é aceito somente em algumas lojas de souvenirs, lembre de fazer o câmbio, nem que seja pouco, vale a pena. Para fazer a conversão, leve o passaporte. O custo da operação varia entre 30 e 35 coroas e na cidade antiga você encontrará o câmbio mais elevado. A relação é aproximadamente 8 coroas para cada euro.  E os preços são bem elevados, apesar disso. Na cidade é possível encontrar vários tipos de restaurantes, com culinária diversa e o preço do almoço não é tão caro se comparado ao preço dos doces e lanches. Assim, faça uma refeição completa ao invés de um lanche.

 

 

Acostume-se a encontrar muitos cachorros e fumantes na rua. Não se preocupa, apesar do sueco ser incompreensível, todos falam inglês fluente e o povo muito educado e prestativo para fornecer informações.

 

 

A primavera é a estação que ficou marcada pela ornamentação dos canteiros da cidade, todos os jardins estão repletos de tulipas, nas mais variadas cores e formas, deixando a cidade ainda mais bonita. Aproveite para caminhar pelo mercado de fruta e flores no centro da cidade. Em caso de necessidade, banheiros públicos são pagos, em torno de 5 a 10 coroas.

 

 

Lembre-se: se você irá se deslocar entre cidades/países de trem, atente-se ao portão. Em 20 minutos de espera, o nosso mudou duas vezes!

 

 

Um lugar simpático para conhecer é a casa de cultura, no centro da cidade. Um bonito lugar para ir, onde você encontra aula de dança e pecas de teatro, mesas de xadrez e um ótimo lugar para refeições. Lugar de manifestações culturais, encontramos diversas culturas por ali.

 

 

 

 

O símbolo oficial nacional sao as 3 coroas, que estão presentes em vários pontos da cidade. O alce também é um símbolo da cidade e está por toda a parte. Falando em animais, nas lojas existem peles de rena para vender, que são muito bonitas e macias. Outro ponto marcante da cidade são os famosos goblins, que estão, inclusive, nas ruas.

 

 

 

 

As lojas da cidade fecham em torno de 18h e não raramente abrem tarde, em torno de 10h. No metrô, as operações iniciam em torno de 8h, na central station. Apesar de alertarem sobre os pickpokets, nos sentimos muito seguros andando na cidade.

 

 

Diferentemente de outros lugares que visitamos, encontramos brasileiros somente no trem, depois de dois dias de viagem, o que é uma raridade. Será que o custo é muito elevado para nós? Ou será que o frio e a distância não chamam a atenção dos brasileiros?

 

 

Apesar da expectativa de vida na Europa ser alta, encontramos uma grande quantidade de jovens na rua e muitas bicicletas, várias delas sem cadeado. Os motoristas são muito educados e param na faixa de segurança para os pedestres, inclusive as bicicletas, que aliás, tem muitas pela cidade. Se você gosta do esporte, alugue uma. Será muito mais divertido explorar as ruas com ela!

 

 

Aproveite a época da primavera para admirar os lindos jardins a céu aberto…!

 

 

 

 

E você, tem alguma dica sobre a cidade?

 

 

 

 

 

Enjoy!!

 

 

 

 

Data da viagem: 15 a 17/maio/2012

 

 

 

 

 

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Publicado por em 28 de Junho de 2012 em Estocolmo, Suécia

 

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Hamburgo

Hallo, Reisende!

Chegamos em Hamburgo de trem e, apesar de ser uma viagem sem escalas, quando compramos os tickets,… Foi cheia de aventura!

Depois de uma hora de viagem, uma simpática senhora, que estava sentada na nossa frente, avisou que teríamos que mudar de trem (por algum motivo que ninguém soube explicar). Trocamos. Depois de uma hora, ela nos avisou novamente que teríamos que sair do trem (de novo?!)… Mas, dessa vez, por um lindo motivo.

O trem “pegou carona” em um ferry boat para cruzar o mal Báltico em direção a Hamburgo. No trajeto, que dura aproximadamente 45 minutos, você pode acessar o deck ou aproveitar para algum lanche a bordo.

Retornando ao vagão, seguimos viagem até nosso destino sem maiores supresas. A mesma simpática senhora se ofereceu para ir conosco até uma parte do trajeto, pois ela trabalhava no caminho ao nosso hotel. Assim, aproveitamos para pegar algumas dicas sobre a cidade e para exercitar meu inglês. O David também tentou, mas só quando eu deixava já que, segundo ele, eu falo demais (que injustiça!)

A paisagem do trem, quase chegando em Hamburgo, é linda!

Ficamos no Holliday Inn Express. O hotel escolhido fica próximo de uma rua bastante interessante chamada Reeperbahn, uma espécie de “red zone” da cidade, na região de St. Pauli. O mais interessante dessa rua é que tudo se mistura de uma maneira muito tranquila. Você frequentemente verá famílias passeando pelas ruas ou pessoas de idade curtindo os mais diversos restaurantes da região.

Alguns bares oferecem shows a vivo, de música, é claro! Hehehehe

Em função da viagem de trem ter uma duração aproximada de 4 horas, chegamos em Hamburgo na parte da tarde e, por isso, fomos direto caminhar para conhecer alguns pontos antes da noite chegar.

Pegamos o metrô (estação St. Pauli) em direção a estação central, ou hauptbahnhof, em alemão, com o objetivo de conhecer a região central.

Passamos pela Rauthaus, ou seja, a Prefeitura da cidade. O prédio foi construído entre 1886 a 1897 em estilo neo-renascentista, e fica na rua Rathausmarkt. O interior do edifício tem 647 salas e para visitás-la é preciso pagar ingresso.

Não deixe de entrar e conhecer a fonte que fica no interior do edifício.

Após, decidimos caminhar em direção a um lindo prédio branco com alguns arcos. Por ali você poderá observar o movimento da cidade tomando um delicioso café ou sorvete e admirar os belos cisnes brancos, que ficam num canal próximo a espera de turistas para receber alguma comida.

Nosso final de tarde foi num lindo parque chamado Elbepark. Estava um dia de verão e os freqüentadores aproveitavam o chegar da noite para degustar um belo vinho, levar os cachorros para um passeio e até mesmo para a prática de atividades físicas. O lugar é divino e vale cada minuto…. Somente para celebrar a vida e a natureza.

Nosso segundo dia começou com uma caminhada de reconhecimento pela famosa Reeperbahn. Descobrimos que a região era muito mais multicultural do que imaginávamos ao encontrar uma praça e esculturas em homenagem aos Beattles!

De lá, fomos até o Fischmarkt. Entre no site e veja informações de horários de funcionamento para não perder a viagem.

Como fica na beira do rio, pudemos ter uma idéia do famoso Porto e suas atividades. Vale uma parada para fotos.

Ali pertinho, caso seja do seu gosto e curiosidade, é possível conhecer um antigo submarino, hoje aberto a visitação, uma espécie de museu.

Uma rua central muito agitada, cheia de lojas internacionais, galerias e restaurantes se chama Monckebergstr. Sugerimos um lanche ou almoço…. Ou pelo menos uma volta para reconhecimento na Galeria Kaufhof.

A região central da cidade fica próxima de uma ilha chamada HafenCity.

O novo it da cidade, o bairro Marco Polo, chega a valer 30.000 euros o metro quadrado.

Nessa ilha você poderá conhecer o Miniatur Wunderland, um pedacinho de várias partes do mundo. Sim, um pedacinho, pois está tudo em miniatura. Quem conhece o Míni Mundo em Gramado pode ter uma ideia do que estou falando… Mas as proporções são muito maiores. Não se trata apenas de miniaturas, mas de um detalhado trabalho de vários profissionais que se dedicam a transformar suas habilidades em atividades interativas.

Enquanto estávamos por lá, pudemos ver a noite chegar e as luzes da cidades e prédios se acenderem lentamente, bem como poderíamos interagir apertando alguns botões, que poderiam acionar alguns carros, iniciar shows em estádios ou acender luzes de castelos. No aeroporto em miniatura voce podera acompanhar as decolagens… Um charme!

Aproveite para admirar cada detalhe… É muito bem feito!

Ao lado desse prédio, para quem gosta de cenários de terror, poderá conhecer o Hamburg Dungeon, uma experiência assustadora, com direito a elevador que cai e muitas caveiras!

Na mesma ilha você poderá conhecer o prédio da Unilever, um dos destaques da arquitetura, ganhou diversos prêmios sobre sua forma de construção. Reserve alguns minutos para um sorvete no lobby, que e todo reservado para turistas. Ali também é possível encontrar uma loja com a maior parte dos produtos da empresa e um day spa da Dove… Aproveite!!!

Bem pertinho dali é o desembarque dos cruzeiros, então pode estar um pouco agitado, o que exigirá um pouco de paciência…. Mas sem exageros. Para ter uma vista diferente da cidade, aproveite a roda gigante em frente a praça…é a London Eye da cidade 😉

Se você gosta de pedalar, no lado externo do edifício da Unilever existe um local para locação.

Essa nova região é um contraste entre a arquitetura antiga e contemporânea na cidade de Hamburgo. Ali, você poderá encontrar um lindo conjunto arquitetônico com prédios que datam do início da cidade. Uma graça!

Os canais existentes também servem para contar um pouco sobre a cidade e sua origem…

Em homenagem a nossa viagem para Munique, encontramos novamente a cervejaria favorita de Hitler por aqui, a Hofbräuhaus! Falando em cerveja, o que alemão simplesmente ama, encotramos na cidade uma tampinha de garrafa (Astra Beer) que achei tudo a ver com o clima da cidade!

Uma das coisas que fico encantada em cada cidade visitada é o brasão da cidade nas tampas do bueiro… em Hamburgo não poderia ser diferente!

Outro ponto que merece destaque é a culinária alemã… mais especificamente os doces. Quem resiste!?

Prova de que todas as cidades do mundo estão com cada vez menos espaço é a foto abaixo. Achei super criativo o jeito que o motorista encontrou para ter sua vaga, que tal?

Enjoy!

Data da viagem: 21 a 23/maio/2012

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Publicado por em 28 de Junho de 2012 em Alemanha, Hamburgo

 

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