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Colônia

Hallo, Freunde!

Para quem chega em Colônia de trem, você já conhecerá um dos principais cartões postais da cidade: a ponte Hohenzollern.

Como foi o nosso caso, você desembarcará na estação central, ou Hauptbahnhof. A primeira imagem de quem chega na cidade é de uma construção estonteante: a catedral da cidade, carinhosamente chamada de Dom.


Não tinha percebido nada de diferente até que o David me falou…. Quando levantei os olhos, percebi que as paredes das estação eram todas de vidro, o que permitia que aquela imponente catedral desse uma espécie de boas vindas a todos que chegam na cidade.

Minha única vontade foi sair o mais rápido possível para admirar aquele lugar grandioso. É impossível descrever a sensação de estar ao lado dessa igreja. Ela é realmente de tirar o fôlego!

Depois de alguns minutos apreciando, finalmente decidimos procurar o hotel.

O ponto de informação ao turista fica na frente da catedral, de modo que pudemos continuar observando por todos os ângulos a Dom. Com o mapa da cidade em mãos, pegamos o metrô em direção ao hotel. Um detalhe interessante é que nesse ponto de apoio ao turista eles cobram 20 cento o mapa, enquanto que no museu românico-germânico é de graça.

O hotel escolhido fica uns 20 minutos a pé da estação central e, como estávamos com malas, decidimos nao caminhar dessa vez. Muito bem localizado, com quarto e atendimento excelentes, além de internet free e de ótima qualidade, sugerimos o Barceló Cologne. Se você deseja algo mais prático, existe a opção de um Hotel Íbis ao lado da estação central, aliás, praticamente anexo a ela.

Como chegamos quase 14 horas decidimos aproveitar esse primeiro dia para reconhecimento da área.

Nesse passeio, descobrimos uma deliciosa confeitaria, a Fromme, com doces deliciosos, ela está em vários pontos da cidade. Recomendamos!

Em Colônia aconteceu algo que nunca tinhamos vivenciado. Depois do lanche, David perguntou ao atendente aonde deixar as garrafas, pois não tinha lixo no lugar e, na hora, pediu para que o David entregasse para ele e devolveu de 10 a 20 cents a garrafa. O Brasil muitas vezes é criticado por ser um dos paiíes que mais recicla latinhas de alumínio, em função da sua pobreza, a população revende.

Mas posso garantir que na Alemanha o indice de reciclagem de plástico deve ser altíssimo, pois não encontramos nenhuma garrafa nas ruas e várias pessoas a procura, inclusive revirando nas latas de lixo. Interessante esse fato, pois a Alemanha ainda é considerada um dos países mais ricos da Europa….

Enfim, o destino final da caminhada foi, claro, a Dom. Não dormiria feliz sem conhecer aquela estonteante igreja por dentro. Confesso que ela não decepciona em nenhum ponto, e diferentemente das igrejas na Europa, não é cobrado ingresso para visitação.

 

 

Inicialmente, a catedral foi construída na forma de um templo romano do século IV, um edíficio quadrado conhecido como a “mais velha catedral” e administrada por Maternus, o primeiro bispo cristão de Colônia. Uma segunda igreja foi construída no local, a chamada “Velha Catedral”, cuja construção foi completada em 818, que acabou queimada em 30 de abril de 1248. O projeto da antiga catedral pode ser admirada em um mosaico no chão da catedral atual.

 

 

 

 

Assim, a nova catedral de Colônia foi projetada em estilo gótico e começou sua construção no século XIII (1248), levando, com as interrupções, mais de 600 anos para ser completada.

 

 

As duas torres possuem 157 metros de altura, com a catedral possuindo comprimento de 144 metros e largura de 86 metros.

 

 

Estar na cidade e nao subir na torre da catedral é como ir a Roma e nao ver o Papa. Então, resolvemos encarar o desafio de subir os 533 andares… Que desafio!!! Apesar do cansaço e algumas paradas no meio do caminho, a subida vale a pena… A vista lá de cima é linda… E você ainda tem o bônus de ver todos os detalhes góticos da igreja bem de pertinho.

 

 

 

 

Quando foi concluída em 1880, era o prédio mais alto do mundo. A catedral é dedicada a São Pedro e a Maria. Segundo a tradição, no interior da catedral está guardado o relicário de ouro com os restos mortais dos Três Reis Magos Baltazar, Melchior e Gaspar.

 

 

 

Com a Segunda Guerra Mundial, a catedral acabou recebendo 14 ataques por parte de bombas aéreas e não caiu. Por ser considerada patrimônio da humanidade pela Unesco, ambos os lados tiveram que respeitar a construção. Sua reforma foi completada em 1956. Na base da torre noroeste, um reparo de emergência realizado com tijolos de má-qualidade retirados de uma ruína próxima da guerra permaneceu visível até fim da década de 1990 como uma lembrança da guerra, mas então foi decidido que a parte deveria ser reformada para seguir a aparência original.

 

 

Para ter uma visão 360 graus de dentro da igreja, clique aqui. Do lado de fora, clique aqui.

 

 

Depois de alguns momentos contemplativos, decidimos voltar para o hotel, afinal, seria importante descansar para o dia seguinte. E o caminho não poderia ser mais agradável: varias ruas que se cruzam, transformam-se num shopping a céu aberto. Com grandes lojas multinacionais, como a H&M e a também famosa lojas de departamento Galeria Kaufhof.

Não tente iniciar o dia muito cedo aqui em Colônia. As lojas e atrações só começam a funcionar depois das 9h ou 10h da manhã. Assim, iniciamos nosso tour pelo famoso teleférico da cidade.

Partindo do nosso hotel, pegamos a linha 18 do metro (azul) até a estacao zôo/flora. Fica bem pertinho. Aconselhamos comprar ticket de ida e volta, já que do outro lado tem um lindo parque, mas sem grande atracões. O que vale mesmo nesse passeio é bela vista que se tem da cidade e de seus principais atrativos turísticos.

Na volta, aproveitamos para conhecer o terceiro mais antigo zôo da Alemanha. Com 20 hectares, tem 7.000 animais de 650 espécies, o lugar é encantador!

 

 

 

 

É lindo!

 

 

 

 

Para esses dois passeios você levará praticamente toda a manhã.

 

 

Por isso, almoçamos por lá mesmo…

Retornamos de metro até a estação central e fomos conhecer o famoso museu romano-germânico, que fica do outro lado da Dom. Nele você descobrirá um pouco mais da história da cidade e dos romanos. Muito interessante.

Saindo de lá, caminhamos até a Igreja St. Martin, um dos mais belos modelo de arquitetura românica da cidade. Chegamos lá no horário de missa e foi divino ouvir os cânticos naquela igreja cheia de história. É possível encontrar fotos de como ela ficou depois dos bombardeios da segunda grande guerra… Incrível como conseguiram reconstruí-lá praticamente das ruínas.

Bem em frente a igreja, você encontrará uma simpática praça…

Depois de renovar as energias, passe pela região do rio Reno, com vários bares e restaurantes muito charmoso, com música ao vivo.

Experimente a cerveja local da cidade, chamada kolsch.

Para recompor a energias, vá ate o Museu do Chocolate.

 

 

Além de contar a história e explicar o seu processo de fabricação, é possível conhecer e degustar todas as delícias da marca Lindt, o melhor chocolate do mundo, pelos menos ao meu ver 😉

Colônia é uma cidade extremamente simpática. Prova disso são seus recantos. A cada esquina uma nova surpresa, como carros antigos…

…e fontes cheias de charme!

Para uma próxima viagem, que sabe um passeio pelo Rio Reno, com direito a castelos e a conhecer outras cidades próximas. Para isso, reserve 9 horas de seu dia, sendo cinco horas para ir e mais quatro horas para o retorno.

Enjoy!!

Data da viagem: 23 a 25/maio/2012

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1 Comentário

Publicado por em 28 de Junho de 2012 em Alemanha, Colônia

 

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Hamburgo

Hallo, Reisende!

Chegamos em Hamburgo de trem e, apesar de ser uma viagem sem escalas, quando compramos os tickets,… Foi cheia de aventura!

Depois de uma hora de viagem, uma simpática senhora, que estava sentada na nossa frente, avisou que teríamos que mudar de trem (por algum motivo que ninguém soube explicar). Trocamos. Depois de uma hora, ela nos avisou novamente que teríamos que sair do trem (de novo?!)… Mas, dessa vez, por um lindo motivo.

O trem “pegou carona” em um ferry boat para cruzar o mal Báltico em direção a Hamburgo. No trajeto, que dura aproximadamente 45 minutos, você pode acessar o deck ou aproveitar para algum lanche a bordo.

Retornando ao vagão, seguimos viagem até nosso destino sem maiores supresas. A mesma simpática senhora se ofereceu para ir conosco até uma parte do trajeto, pois ela trabalhava no caminho ao nosso hotel. Assim, aproveitamos para pegar algumas dicas sobre a cidade e para exercitar meu inglês. O David também tentou, mas só quando eu deixava já que, segundo ele, eu falo demais (que injustiça!)

A paisagem do trem, quase chegando em Hamburgo, é linda!

Ficamos no Holliday Inn Express. O hotel escolhido fica próximo de uma rua bastante interessante chamada Reeperbahn, uma espécie de “red zone” da cidade, na região de St. Pauli. O mais interessante dessa rua é que tudo se mistura de uma maneira muito tranquila. Você frequentemente verá famílias passeando pelas ruas ou pessoas de idade curtindo os mais diversos restaurantes da região.

Alguns bares oferecem shows a vivo, de música, é claro! Hehehehe

Em função da viagem de trem ter uma duração aproximada de 4 horas, chegamos em Hamburgo na parte da tarde e, por isso, fomos direto caminhar para conhecer alguns pontos antes da noite chegar.

Pegamos o metrô (estação St. Pauli) em direção a estação central, ou hauptbahnhof, em alemão, com o objetivo de conhecer a região central.

Passamos pela Rauthaus, ou seja, a Prefeitura da cidade. O prédio foi construído entre 1886 a 1897 em estilo neo-renascentista, e fica na rua Rathausmarkt. O interior do edifício tem 647 salas e para visitás-la é preciso pagar ingresso.

Não deixe de entrar e conhecer a fonte que fica no interior do edifício.

Após, decidimos caminhar em direção a um lindo prédio branco com alguns arcos. Por ali você poderá observar o movimento da cidade tomando um delicioso café ou sorvete e admirar os belos cisnes brancos, que ficam num canal próximo a espera de turistas para receber alguma comida.

Nosso final de tarde foi num lindo parque chamado Elbepark. Estava um dia de verão e os freqüentadores aproveitavam o chegar da noite para degustar um belo vinho, levar os cachorros para um passeio e até mesmo para a prática de atividades físicas. O lugar é divino e vale cada minuto…. Somente para celebrar a vida e a natureza.

Nosso segundo dia começou com uma caminhada de reconhecimento pela famosa Reeperbahn. Descobrimos que a região era muito mais multicultural do que imaginávamos ao encontrar uma praça e esculturas em homenagem aos Beattles!

De lá, fomos até o Fischmarkt. Entre no site e veja informações de horários de funcionamento para não perder a viagem.

Como fica na beira do rio, pudemos ter uma idéia do famoso Porto e suas atividades. Vale uma parada para fotos.

Ali pertinho, caso seja do seu gosto e curiosidade, é possível conhecer um antigo submarino, hoje aberto a visitação, uma espécie de museu.

Uma rua central muito agitada, cheia de lojas internacionais, galerias e restaurantes se chama Monckebergstr. Sugerimos um lanche ou almoço…. Ou pelo menos uma volta para reconhecimento na Galeria Kaufhof.

A região central da cidade fica próxima de uma ilha chamada HafenCity.

O novo it da cidade, o bairro Marco Polo, chega a valer 30.000 euros o metro quadrado.

Nessa ilha você poderá conhecer o Miniatur Wunderland, um pedacinho de várias partes do mundo. Sim, um pedacinho, pois está tudo em miniatura. Quem conhece o Míni Mundo em Gramado pode ter uma ideia do que estou falando… Mas as proporções são muito maiores. Não se trata apenas de miniaturas, mas de um detalhado trabalho de vários profissionais que se dedicam a transformar suas habilidades em atividades interativas.

Enquanto estávamos por lá, pudemos ver a noite chegar e as luzes da cidades e prédios se acenderem lentamente, bem como poderíamos interagir apertando alguns botões, que poderiam acionar alguns carros, iniciar shows em estádios ou acender luzes de castelos. No aeroporto em miniatura voce podera acompanhar as decolagens… Um charme!

Aproveite para admirar cada detalhe… É muito bem feito!

Ao lado desse prédio, para quem gosta de cenários de terror, poderá conhecer o Hamburg Dungeon, uma experiência assustadora, com direito a elevador que cai e muitas caveiras!

Na mesma ilha você poderá conhecer o prédio da Unilever, um dos destaques da arquitetura, ganhou diversos prêmios sobre sua forma de construção. Reserve alguns minutos para um sorvete no lobby, que e todo reservado para turistas. Ali também é possível encontrar uma loja com a maior parte dos produtos da empresa e um day spa da Dove… Aproveite!!!

Bem pertinho dali é o desembarque dos cruzeiros, então pode estar um pouco agitado, o que exigirá um pouco de paciência…. Mas sem exageros. Para ter uma vista diferente da cidade, aproveite a roda gigante em frente a praça…é a London Eye da cidade 😉

Se você gosta de pedalar, no lado externo do edifício da Unilever existe um local para locação.

Essa nova região é um contraste entre a arquitetura antiga e contemporânea na cidade de Hamburgo. Ali, você poderá encontrar um lindo conjunto arquitetônico com prédios que datam do início da cidade. Uma graça!

Os canais existentes também servem para contar um pouco sobre a cidade e sua origem…

Em homenagem a nossa viagem para Munique, encontramos novamente a cervejaria favorita de Hitler por aqui, a Hofbräuhaus! Falando em cerveja, o que alemão simplesmente ama, encotramos na cidade uma tampinha de garrafa (Astra Beer) que achei tudo a ver com o clima da cidade!

Uma das coisas que fico encantada em cada cidade visitada é o brasão da cidade nas tampas do bueiro… em Hamburgo não poderia ser diferente!

Outro ponto que merece destaque é a culinária alemã… mais especificamente os doces. Quem resiste!?

Prova de que todas as cidades do mundo estão com cada vez menos espaço é a foto abaixo. Achei super criativo o jeito que o motorista encontrou para ter sua vaga, que tal?

Enjoy!

Data da viagem: 21 a 23/maio/2012

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Publicado por em 28 de Junho de 2012 em Alemanha, Hamburgo

 

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Bruges – Bélgica

 

 

Bonjour, les voyageurs!

 

 

Uma simpática cidade, que fica cerca de 1 hora de trem de Bruxelas, Bruges é uma aula de história. Não é a toa que seu centro histórico está listado junto a Unesco como Patrimônio da Humanidade desde o ano de 2000.

 

 

 

 

Compramos a passagem na estação, alguns minutos antes do trem partir. Os horários são bem generosos, com saídas a cada meia hora, aproximadamente. Pagamos cerca de 20 euros, ida e volta, para cada, mas pode variar de acordo com a classe escolhida. Sugerimos que você pegue os primeiros vagões, pois do meio para o final pode ficar bastante cheio, inclusive com pessoas indo de pé. Um dos pontos que me chamaram a atenção nessas viagens mais curtas de trem foram as recomendações com relação aos pickpockets, ou seja, pequenos furtos dentro dos trens, que podem gerar uma grande dor de cabeça. Apesar de não termos visto nada, fica a recomendação de não facilitar, afinal, ficar sem carteira ou passaporte pode ser algo bastante complexo.

 

 

 

 

Chegando na estação de Bruges, o mapa é pago, cerca de 50 cents, mas vale a pena já que a cidade possui ruas estreitas e nem sempre em linha reta, o que pode gerar uma certa confusão logo de cara. Um passeio bacana que fizemos foi uma espécie de cruzeiro pelos canais da cidade, leva cerca de 30 minutos e você já poderá anotar o que mais chamou a atenção para retornar logo mais, que custa cerca de 7 euros. Existem pontos de embarque em vários cantos da cidade, então, não se preocupe em procurar. Quando você menos esperar, encontrará uma fila e poderá iniciar o passeio ali mesmo, de onde estiver, afinal, não é a toa que a cidade é conhecida como a “Veneza do Norte”.

 

 

 

 

Num desses passeios, aproveite para conhecer a menor janela gótica da cidade. Mas cuidado para não passar dela! hehehe Achou? Dizem que era usada para controlar o movimento nos canais da cidade. Acho que funcionou! 😉

 

 

 

 

A história da cidade conta com um passado glorioso. Durante o século XIII foi centro industrial e comercial, produzindo lã e comercializando com a Inglaterra. Em função de sua importância, chegou a ter o dobro de  habitantes de Londres no século XV. Por ironia do destino, o canal que ligava a cidade ao mar acabou perdendo seu acesso, deixando Bruges afastada das grandes rotas comerciais. Após anos esquecida, a cidade voltou a ser novamente um importante polo, mas agora turístico, em função de uma cidade próxima, chamada Waterloo, aquela em que Napoleão perdeu a guerra, em 18 de junho de 1815. Falando nisso, existem grandes encenações sobre essa batalha final, que podem ser admiradas até hoje.

 

 

Quando lia sobre a cidade, sempre falavam as Casas de Maria e fiquei muito curiosa para conhece-lãs. Existem duas versões para elas. Primeira diz que eram casas onde os profissionais, como pedreiros, carpinteiros, padeiros, leiteiros, reuniam-se para praticar a caridade. Quem precisasse poderia contar com esses profissionais. A outra versão diz que os ricos da cidade compravam essas casas para que as pessoas pobres morassem nelas, em troca de oração para os benfeitores. A real história ninguém sabe, a única certeza é de que existem várias dessas casas espalhadas pela cidade, sempre identificadas por uma imagem da Virgem Maria, com flores e uma placa com o nome.

 

 

Estão normalmente em esquinas, sobre as portas das casas. Impossível não chamar sua atenção.

 

 

 

 

Outro ponto que se destaca na cidade são os passeios de charretes. No dia que visitamos Bruges, com sol, a praça central da cidade, a Grote Market, contava com longas filas a espera de um passeio. Não chegamos a aproveitar, ma confesso que fiquei curiosa! hehehe

 

 

 

 

Nessa praça, além de prédios charmosos e bem decorados, você também poderá conhecer a Beffroi, uma torre de 83 metros de altura, que é considerada o símbolo da cidade. Com um pouco de coragem e muita disposição, depois de 366 andares, é possível observar uma bela vista lá do topo. Vale lembrar que a torre está aberta somente de abril a outubro.

 

 

 

 

É possível encontrar vários museus na cidade, como o Museu Groeninge (abriga uma grande coleção de pinturas flamengas e de arte sacra, pertencentes a cidade), Frietmuseum (ou Museu da Batata Frita, com história e técnicas de preparo dessa iguaria), Museu Gruuthuse (uma grande coleção de objetos históricos da cidade, entre os séculos XV e XIX) e Museu Hans Memling (pintor de origem alemão, um dos grandes expoentes da arte flamenga). O mapa de alguns museus está abaixo.

 

 

 

 

Chegamos lá num dia de feriado, 28 de maio, então poucas lojas estavam abertas, na maioria cafés e restaurantes, o que nos fez caminhar um pouco mais para curtir as ruas bucólicas de Bruges. Para admirar um pouco da arquitetura da cidade, conheça algumas igrejas, como a Basílica do Santo Sangue (Basilique du Saint Sang), datada do século XII, cuja relíquia sagrada conta com gotas do sangue de Cristo.

 

 

Na Igreja de Nossa Senhora, ou Notre-Dame, igreja em estilo gótico, lindamente decorada, que conta com uma linda estátua de Michelangelo, você também encontrará Charles, le temeraire e sua filha Maria da Borgonha. Não deixe de conhecer um dos poucos trabalhos de Michelangelo fora da Itália. Trata-se da Madona com o menino, pare alguns minutos para admirar essa linda arte.

 

 

 

 

A cidade também conta com um roteiro gastronômico: chocolate e cerveja. Depois de um dia de caminhada, que tal um tempinho para admirar o movimento, curtindo um delicioso chocolate belga?

 

 

Jouir!!

 

 

 

Data da viagem: 28/maio/2012

 

 

 

 

 

 

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Publicado por em 18 de Junho de 2012 em Bélgica, Bruges

 

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