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Bruges – Bélgica

 

 

Bonjour, les voyageurs!

 

 

Uma simpática cidade, que fica cerca de 1 hora de trem de Bruxelas, Bruges é uma aula de história. Não é a toa que seu centro histórico está listado junto a Unesco como Patrimônio da Humanidade desde o ano de 2000.

 

 

 

 

Compramos a passagem na estação, alguns minutos antes do trem partir. Os horários são bem generosos, com saídas a cada meia hora, aproximadamente. Pagamos cerca de 20 euros, ida e volta, para cada, mas pode variar de acordo com a classe escolhida. Sugerimos que você pegue os primeiros vagões, pois do meio para o final pode ficar bastante cheio, inclusive com pessoas indo de pé. Um dos pontos que me chamaram a atenção nessas viagens mais curtas de trem foram as recomendações com relação aos pickpockets, ou seja, pequenos furtos dentro dos trens, que podem gerar uma grande dor de cabeça. Apesar de não termos visto nada, fica a recomendação de não facilitar, afinal, ficar sem carteira ou passaporte pode ser algo bastante complexo.

 

 

 

 

Chegando na estação de Bruges, o mapa é pago, cerca de 50 cents, mas vale a pena já que a cidade possui ruas estreitas e nem sempre em linha reta, o que pode gerar uma certa confusão logo de cara. Um passeio bacana que fizemos foi uma espécie de cruzeiro pelos canais da cidade, leva cerca de 30 minutos e você já poderá anotar o que mais chamou a atenção para retornar logo mais, que custa cerca de 7 euros. Existem pontos de embarque em vários cantos da cidade, então, não se preocupe em procurar. Quando você menos esperar, encontrará uma fila e poderá iniciar o passeio ali mesmo, de onde estiver, afinal, não é a toa que a cidade é conhecida como a “Veneza do Norte”.

 

 

 

 

Num desses passeios, aproveite para conhecer a menor janela gótica da cidade. Mas cuidado para não passar dela! hehehe Achou? Dizem que era usada para controlar o movimento nos canais da cidade. Acho que funcionou! 😉

 

 

 

 

A história da cidade conta com um passado glorioso. Durante o século XIII foi centro industrial e comercial, produzindo lã e comercializando com a Inglaterra. Em função de sua importância, chegou a ter o dobro de  habitantes de Londres no século XV. Por ironia do destino, o canal que ligava a cidade ao mar acabou perdendo seu acesso, deixando Bruges afastada das grandes rotas comerciais. Após anos esquecida, a cidade voltou a ser novamente um importante polo, mas agora turístico, em função de uma cidade próxima, chamada Waterloo, aquela em que Napoleão perdeu a guerra, em 18 de junho de 1815. Falando nisso, existem grandes encenações sobre essa batalha final, que podem ser admiradas até hoje.

 

 

Quando lia sobre a cidade, sempre falavam as Casas de Maria e fiquei muito curiosa para conhece-lãs. Existem duas versões para elas. Primeira diz que eram casas onde os profissionais, como pedreiros, carpinteiros, padeiros, leiteiros, reuniam-se para praticar a caridade. Quem precisasse poderia contar com esses profissionais. A outra versão diz que os ricos da cidade compravam essas casas para que as pessoas pobres morassem nelas, em troca de oração para os benfeitores. A real história ninguém sabe, a única certeza é de que existem várias dessas casas espalhadas pela cidade, sempre identificadas por uma imagem da Virgem Maria, com flores e uma placa com o nome.

 

 

Estão normalmente em esquinas, sobre as portas das casas. Impossível não chamar sua atenção.

 

 

 

 

Outro ponto que se destaca na cidade são os passeios de charretes. No dia que visitamos Bruges, com sol, a praça central da cidade, a Grote Market, contava com longas filas a espera de um passeio. Não chegamos a aproveitar, ma confesso que fiquei curiosa! hehehe

 

 

 

 

Nessa praça, além de prédios charmosos e bem decorados, você também poderá conhecer a Beffroi, uma torre de 83 metros de altura, que é considerada o símbolo da cidade. Com um pouco de coragem e muita disposição, depois de 366 andares, é possível observar uma bela vista lá do topo. Vale lembrar que a torre está aberta somente de abril a outubro.

 

 

 

 

É possível encontrar vários museus na cidade, como o Museu Groeninge (abriga uma grande coleção de pinturas flamengas e de arte sacra, pertencentes a cidade), Frietmuseum (ou Museu da Batata Frita, com história e técnicas de preparo dessa iguaria), Museu Gruuthuse (uma grande coleção de objetos históricos da cidade, entre os séculos XV e XIX) e Museu Hans Memling (pintor de origem alemão, um dos grandes expoentes da arte flamenga). O mapa de alguns museus está abaixo.

 

 

 

 

Chegamos lá num dia de feriado, 28 de maio, então poucas lojas estavam abertas, na maioria cafés e restaurantes, o que nos fez caminhar um pouco mais para curtir as ruas bucólicas de Bruges. Para admirar um pouco da arquitetura da cidade, conheça algumas igrejas, como a Basílica do Santo Sangue (Basilique du Saint Sang), datada do século XII, cuja relíquia sagrada conta com gotas do sangue de Cristo.

 

 

Na Igreja de Nossa Senhora, ou Notre-Dame, igreja em estilo gótico, lindamente decorada, que conta com uma linda estátua de Michelangelo, você também encontrará Charles, le temeraire e sua filha Maria da Borgonha. Não deixe de conhecer um dos poucos trabalhos de Michelangelo fora da Itália. Trata-se da Madona com o menino, pare alguns minutos para admirar essa linda arte.

 

 

 

 

A cidade também conta com um roteiro gastronômico: chocolate e cerveja. Depois de um dia de caminhada, que tal um tempinho para admirar o movimento, curtindo um delicioso chocolate belga?

 

 

Jouir!!

 

 

 

Data da viagem: 28/maio/2012

 

 

 

 

 

 

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Publicado por em 18 de Junho de 2012 em Bélgica, Bruges

 

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Paris – França

Bonjour à Tous! (Ui, eu estou muito chique hoje! hehehe)

 

Essa viagem não foi somente de dois viajantes… foi de quatro desbravadores! Um abraço especial para Natália e Fabiano, que nos acompanharam em grande parte dessas aventuras. Aliás, temos que combinar outra já! 😀

 

Ah… Paris! Se você me perguntar a primeira imagem que tenho da cidade, certamente foi nosso primeiro trem que pegamos… era um dia nublado e no vagão era possível escutar um aconchegante som vindo de um acordeon… a música? La vie en Rose… eternizada por Edith Piaf… mas nesse momento, ela não era cantada, apenas saía daquele instrumento de forma mágica, como desejando as boas vindas para nós. De repente, numa das curvas do trilho, encontramos, ao fundo, a Torre Eiffel! Não queria mais nada, simplesmente desejava que o mundo parasse de girar para aproveitar aquele momento liindo! Pronto, agora toda a vez que escuto a música, lembro de Paris!!

 

Minha melhor lembrança que trouxe de lá foi uma caixinha de música… com esse som. Quando sinto saudades de lá, basta tocá-la e parece que ela tem o dom de nos transportar pra lá na hora! 😀

 

Eeenfim, maluquices a parte, a cidade é tudo o que dizem e mais um pouco! Conhecida por cidade luz, cidade dos amantes, cidade do amor,… Paris é tudo isso mesmo e tenho certeza de que ficará marcada em suas lembranças. O escritor americano Hemingway escreveu a um amigo em 1950: “Paris é uma festa móvel, que se carrega no coração”.

 

Aproveitamos para caminhar muito e conhecer todos os cantinhos apaixonantes do lugar. Nosso primeiro passeio foi conhecer a famosa torre. Vou te contar que ela é impressionante, não só pelo tamanho, mas pelo charme. A estrutura metálica, por incrível que pareça, a deixa leve…e, ao longo do dia, sua cor vai mudando, como se ela se exibisse para o turista, para que nunca deixemos de apreciá-la. Vê-la ao cair da tarde, num tom alaranjado,… ou no começo da noite, com suas luzes se acendendo… não tem preço! Por isso, não se espante, quando voltar ao Brasil e rever as fotos, se ela estiver presente em quase todas! hehehe

 

Separe um vinho ou espumante, alguns croissants e sente no gramado em frente a ela… pare alguns minutos somente para contemplá-la e celebrar a vida! Você está em Paris!!

 

:: Igreja da Madalena, ou  Église de la Madeleine: Caminhando pelas ruas, essa igreja chama a atenção por sua arquitetura na forma de templo grego. É linda! No horário do almoço, é muito comum ver os franceses com a famosa baguete debaixo do braço, assim, não deixamos por menos. Compramos a nossa e sentamos na escadaria da igreja, como todos os franceses, e nos deliciamos com nossa refeição, afinal, como diz o ditado: “em Roma, como os romanos – na França, como os franceses” – já diria meu amor David! 😀

 

:: Torre Eiffel: Símbolo de Paris, foi concebida para a Exposição Universal de 1889, em comemoração ao centenário da Revolução Francesa. A torre, com seus 324 metros de altura, pode ser vista de vários pontos da cidade, lembrando sempre o turista de que está na cidade… algo como um lembrete para aproveitar o máximo cada momento na cidade luz. Sua construção, que inicialmente era temporária, tornou-se perpétua. Há três andares que podem ser visitados na torre e, dificilmente, você conseguirá subi-la sem enfrentar longas filas. Para isso, sugiro comprar com antecedência seu espacinho no elevador… entre no site e agende dia e horário. Lembre-se de levar o comprovante de compra. (http://www.eiffel-tower.com/pt). À noite o agito é ainda maior. A cada hora cheia, a torre ganha uma iluminação adicional por dez minutos. Como se ela tivesse nos chamando para apreciá-la, também, durante a noite, brilha igual a um pisca-pisca de Natal fora de época. Nesse passeio, estávamos com um casal de amigos e acabamos agendando para uma data diferente da que eles marcaram, pois chegamos alguns dias antes em Paris. Entretanto, andando pela cidade, acabamos nos perdendo no horário e, quando finalmente fomos ver o horário, já havia passado. Com muito tato, o David conversou com o gerente da torre que, muito gentilmente, permitiu que subíssemos, mesmo depois do horário. Já era final de tarde e, a medida que subíamos, as luzes da cidade se acendiam pouco a pouco… foi lindo!

 

:: Arco do Triunfo: Quando fomos, o arco estava sendo reformado, na parte externa. Mesmo com todo o cuidado de não descaracterizá-lo, ficamos sem ver ao vivo os incríveis detalhes da obra. Mas, de qualquer forma, vale a pena, afinal, é outro ícone da cidade. Quando chegamos a Paris, pegamos um táxi, que nos levaria até o hotel. Chegando perto do arco, comecei a ficar com medo… são várias pistas e os carros se enroscam por entre elas para entrar e sair… é uma doideira, mas, no final, tudo dá certo! hehehe Para quem deseja uma outra vista da Avenida Champs Élysées, basta subir no monumento e apreciar a paisagem. Ah, tem também uma estação de metrô que leva do ladinho do monumento…não se preocupe.

 

:: Avenida Champs Élysées: Conhecida como a avenida mais bela do mundo, conta com 71 metros de largura e quase dois quilômetros de comprimento, ou seja, tem muito espaço para “bater perna”…. famosa por suas marcar de luxo, você pode encontrar de tudo por lá, de cafés, cinemas, restaurantes, lanchonetes fast-food (http://www.champselysees.org/champselysees/). Para quem gosta de show estilo Moulin Rouge, também conta com um cabaré muito chique, chamado Lido (http://www.lido.fr/PORTUGAIS/?gclid=CP_Fv_PR460CFQtZ7AodEV49xQ). Não fomos, mas foi recomendado por todos na cidade. Dizem que é melhor que o tal do Moinho Vermelho… alguém sabe me dizer?

 

:: Palácio dos Inválidos: Trata-se de um complexo de prédios que foram concluídos em 1676, por ordem do rei Luiz XIV. Seu objetivo era acolher veteranos de guerra feridos ou desamparados. O local, que já chegou a hospedar seis mil soldados, hoje abriga vários museus, entre eles, estão o Hotel dos Inválidos e a Cripta do Dôme. No primeiro, você encontra o Musée de l’Armée (considerado um dos mais completos museus de história militar do mundo). Lá é possível ver armaduras, armas e uma infinidade de objetos oriundos das Guerras Mundiais. Para você que possui passaporte da comunidade européia e tem menos de 24 anos, a entrada é gratuita, assim como em vários lugares na Europa. Lembre-se de levar e perguntar sempre. Na Cripta do Dôme você encontra os restos mortais do imperador Napoleão Bonaparte, que foi general aos 26 anos, imperador aos 33 e morto no exílio aos 52 anos.  Por sua personalidade e ousadia, permanecem no imaginário de muitos até os dias de hoje. Como reza a lenda, Napoleão era baixinho mas com mania de grandeza… assim, seu lugar de repouso não poderia ser diferente…. é um lugar grandioso!

 

:: Ponte Alexandre III: Do Palácio dos Inválidos, você pode seguir para a Ponte Alexandre III, uma das mais belas, senão a mais bonita de Paris. A construção dessa ponte foi concluída em 1900.

 

:: Ponte Nova (Pont Neuf): Quem gosta de livros e antiguidades não deve deixar de visitar a área da Pont Neuf, que apesar do nome, é a mais antiga da cidade, construída em 1578. Às margens do Sena há um sebo a céu aberto com verdadeiras preciosidades.

 

:: Rio Sena e seus Bateaux Mouches: O Rio Sena será seu companheiro de viagem, pois as principais atrações turísticas da cidade estão junto as suas margens ou muito próximas a ela… assim, entre um passeio e outros, aproveite para deliciar-se com suas paisagens… Caso goste, existem diversas opções de barcos, que oferecem desde um simples passeio até jantares incrivelmente chiques… para isso, lembre-se de levar uma roupa especial na sua mala, pois o traje é elegante nesses jantares!

 

:: Igreja de Notre Dame: Chamada na Idade Média de “portão para o céu”, foi construída para receber o que eles acreditavam ser a “coroa de espinhos” usada por Jesus Cristo durante o Calvário e outras relíquias religiosas. O objeto sagrado teria sido comprado de um imperador bizantino pelo rei Luiz IX. A igreja é formada por duas partes. A capela inferior foi dedicada a Virgem Maria e era destinada aos servos e pessoas comuns, enquanto que a superior era exclusiva dos reis e membros da corte. Com 15 metros de altura, eles relatam mais de mil passagens bíblicas do Novo e Antigo Testamento. Uma rosácea com 86 painéis representa o Apocalipse. Durante a Revolução Francesa a coroa e outros objetos desapareceram e a capela foi bastante danificada, sendo até transformada em depósito de farinha. Um século mais tarde, em 1846, ela foi restaurada e recuperou o seu esplendor. Não chegamos a subir, mas você tem essa opção e, com sorte, poderá ver o Quasímodo, o corcunda de Nôtre-Dame, e da cigana Esmeralda. Brincadeiras a parte, a igreja faz parte da história da cidade. Ela serviu de berço para grandes eventos da história de Paris como a coroação de Napoleão Bonaparte, em 1804, e o funeral do presidente Charles de Gaulle, em 1970. Hmmm… ao sair da igreja, em direção ao Rio Sena, você encontra uma loja da Haagen-Dazs (sorvetes deliciosos), não resista e relaxe um pouco… curta o movimento e junte energias para continuar a jornada. Inove e experimente os lançamentos, você não irá se arrepender!

 

:: Igreja Sacré-Coeur (ou Sagrado Coração de Jesus):  A basílica foi construída para pagar uma promessa feita por Alexandre Rohault de Fleury, no início da Guerra Franco-Prussiana, em 1870. Ele prometeu construir a igreja caso a França escapasse do iminente massacre alemão. Apesar do cerco a Paris, a invasão não ocorreu e as obras começaram cinco anos mais tarde. Um dos tesouros da Sacré-Coeur é a estátua “Virgem Maria e o menino” do escultor francês P. Brunet. O lugar é lindo e, de quebra, você tem uma visão de tirar o fôlego lá de cima….. dá para ver praticamente toda a cidade!

 

:: Moulin Rouge: A famosa casa de shows de can-can, fonte de inspiração do filme estrelado no cinema por Nicole Kidmann, fica no mesmo bairro que a igreja Sacré-Coeur , o Montmartre. Conhecido como o bairro boêmio de Paris, é associado a artistas há 200 anos. Infelizmente, não fomos ao show…mas certamente estará na lista para uma próxima viagem 😀

 

:: Galerie Lafayette: Mesmo que você não seja consumista, pois o prédio é de uma arquitetura única. Por dentro, no vão central, você pode ficar horas admirando… aproveite para tomar um café… 🙂

 

:: Museu do Louvre: Dispensa comentários, correto? Mundialmente famoso pela tal “pirâmide invertida”, pela Monalisa e diversos outros quadros. É um lugar enorme e, caso você seja uma pessoa dedicada as artes, ficará dias desbravando as diversas salas. Lá você encontra, além das obras de arte, claro, uma simpática loja com diversos souvenirs do lugar… um mais lindinho que o outro. Também encontrará uma estação de metrô que fica praticamente embaixo, ou seja, não tem desculpa… 🙂 Com fome? Existem várias opções de lancherias e restaurantes. Aproveitamos e almoçamos por lá. Procurando uma loja da Apple? Lá também tem! 🙂

 

:: Jardins das Tulherias, ou Jardin des Tuileries: Se você está cansado de caminhar pela cidade, mas não da cidade… aproveite esse parque para contemplar. Trata-se de um  jardim no estilo francês, formal e simétrico, cheio de estátuas ornamentais

 

 

 

–> Alguns passeios fora da cidade que você não pode deixar de conhecer:

 

:: Palácio de Versailles: Você pode ir de trem ou excursão. No nosso caso, escolhemos a segunda alternativa por ser mais prático, afinal, disseram que a caminhada entre a estação e o Palácio é um pouco afastada.  Desde 1682, quando o rei Luís XV se mudou de Paris, até a família real ser forçada a voltar à capital em 1789, a Corte de Versalhes foi o centro do poder na França (http://www.chateauversailles.fr/homepage). Considerado um dos maiores do mundo, o Palácio de Versalhes possui 2.153 janelas, 67 escadas, 352 chaminés, 700 quartos, 1.250 lareiras e 700 hectares de parque. O lugar é divino… e os jardins são tão grandes que você pode escolher andar de charrete, caminhar ou usar uma espécie de trem que circula por lá. Separe um dia da sua viagem somente para o palácio e não irá se arrepender. Lá dentro, além das famosas lojinhas para souvenirs, é possível encontrar também restaurante e lanchonete.

 

:: Disney Paris, ou EuroDisney: Para maiores detalhes, veja o post específico.

 

:: Vale do Loire: Dessa região, visitamos Blois e tivemos a oportunidade de fazer um incrível voo de balão (https://osdoisviajantes.wordpress.com/2012/01/21/blois-franca/).

 

 

Espero que tenham gostado!

 

Antes de finalizar oficialmente o post, vale lembrar que a cidade é enorme e que tem muuuita coisa a ser vista. Tentei destacar aqui os principais mas, claro, você verá muito mais que isso. Esses são que se pode chamar de “básico”… quem tiver mais dicas, fique a vontade para acrescentar!

 

 

Enjoy!

 

 

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Data da viagem: 24 a 28/05/10 e 02 e 03/06/10

 
1 Comentário

Publicado por em 22 de Janeiro de 2012 em França, Paris

 

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Munique – Alemanha

Olá a todos!

Das cidades que visitamos na Alemanha, certamente Munique, ou München, é, de longe, a mais divertida! Não é a toa que lá encontramos a maior Oktoberfest do mundo!!

Quando você reservar o hotel, sugiro que escolha algum próximo a Marienplatz, no centro da cidade. Assim, você poderá caminhar tranquilamente a qualquer horário, aproveitando cada minutinho a cidade da festa do chopp!

Bom, já que falei da Praça da Maria, vamos começar por ela… é uma das mais importantes da cidade. A maior parte histórica da cidade está ali pertinho e você passará por ela diversas vezes durante sua estadia. Sua importância vem desde o século XIX, quando acolhia um importante mercado de produtos agrícolas. O ponto mais bonito do prédio histórico localizado na praça e a Coluna de Maria, ou Mariensaeule. Trata-se de um pilar erguido em 1638 por Maximiliano I, em homenagem a padroeira da cidade da Baviera. No topo, você poderá ver um lindo carrilhão antigo, que, diariamente, apresenta um lindo espetáculo. Programe-se, pois vale muito a pena… a praça fica lotada de turistas, que direcionam seus olhares para o alto só para admirar o “show”.

De 1 de março a 31 de outubro os horários são: 11h, 12h e 17h

De 1 de novembro a 28 ou 29 de fevereiro: 11h e 12h

Vale a pena falar que no andar térreo desse prédio é possível encontrar um Ponto de Informações ao Turista. Ali você pode acessar informações locais e de passeios pela região. São muito organizados e prestativos… até mesmo para quem não fala nada de alemão, mas se vira no inglês 😀

Para quem gosta de um turismo religioso, duas lindas igrejas que você não pode deixar de conhecer. A primeira, Peterskirche, ou Igreja de São Pedro, que fica a direita desse edifício antigo que falei. É a igreja mais antiga da cidade. Algumas pessoas dizem que ela é mais antiga que a própria cidade e que foi construída por monges, que deram nome a cidade. Ela é uma linda mistura entre o gótico e o barroco e está muito bem conservada. Seu campanário é um dos principais símbolos de Munique.

A outra é a Asam-Kirsche ou Igreja dos Irmãos Asam. Confesso que penamos um pouco para encontrá-las, pois, na verdade, originalmente, a igreja era privada de Agid Quirin Asam, que residia na casa ao lado e só foi aberta pois foram obrigados pelas autoridades locais. Agid era arquiteto e projetou toda a igreja, contando com a ajuda de seu irmão, que se encarregou de pintar os afrescos. Uma pequena janela oval permite a entrada de luz no ambiente. Quando você entra no local, não sabe para onde direcionar o olhar, pois o lugar é repleto de detalhes perfeitamente colocados… seria um pecado não permitir a entrada do povo em um lugar tão lindo!

Seguindo o passeio, encontramos o Mercado de Vitualhas, ou Viktualienmarket, novamente, como todo o mercado local, encontra-se de tudo! Você pode fazer alguma refeição, encontrar artesanato local, lindas flores, enfim… tem de tudo um pouco! No período que estávamos por lá, era época de aspargos… assim, nada mais comum do que encontrar em todos os pratos… inclusive em embalagens que vendiam sushi para levar… uma fofura! 😀 No mercado é possível encontrar uma grande torre, chamada de Isartor. Foi construída no século XIV para comemorar a entrada triunfal de Luís IV, o Bávaro, após sua vitória na batalha de Ampfing.

Infelizmente, não conseguimos visitar o Museu da Cerveja, pois não estava aberto no dia que ficamos por lá… mas todos dizem que vale muito a pena! Fica para a próxima… com sorte, vamos em outubro e aproveitamos a cidade de maneira completa! hehehe Mas, não deixamos por menos! Visitamos a tradicional cervejaria Hofbräuhaus am Platzl. Fundada em 1589 pelo Duque William V da Baviera, era de uso exclusivo dele até 1828, quando foi aberta ao público. Destruída na Segunda Guerra, foi  reconstruída em 1958. Reza a lenda que esta é a cervejaria favorita de Hitler… e que ali dentro, em fevereiro de 1920, foram organizadas as ideias e regras do Partido Nazista. Ali, você pode se deliciar com comidas tipicamente alemãs, como carne de porco, joelho de porco, salsicha branca, entre outras, além, é claro, da música, que é tocada o dia todo sem parar… escolha sua mesa e aproveite! Outro restaurante de comida típica deliciosa é o Ratskeller… vale a pena conferir! (http://www.ratskeller.com/index.php?id=3) Prosit!!

E para quem adoooora um souvenir local, a cidade é repleta de lojinhas de roupas típicas… juro que resisti muito para não trazer uma pra mim!! São muito lindinhas!!

Um passeio muito bacana também é conhecer um castelo que fica no centro da cidade, chamado de Residenz, ou Residência. Foi morada dos Wittelsbach entre os séculos XIV e XIX e atualmente uma parte é aberta a visitação. Você tem duas ou três opções de roteiro quando compra o ticket, podendo incluir os jardins e tesouros, ou uma volta rápida. Inclui um audio-guia em português que ajuda a explicar cada cantinho do lugar. Vale a pena pegar, pois alguns recantos geram curiosidade, que poderá ser sanada ao ouvir a história. Entre os pontos principais, você encontrará a sala do antiquário e uma espécie de santuário todo feito de conchas de praia… tudo muito rico em detalhes, e vale a pena conferir, mesmo escolhendo o menor passeio.

Na cidade também é possível utilizar o sistema de ônibus para ter uma visão ampla da cidade. Como decidimos ficar somente na parte histórica do centro, não o utilizamos, mas é mais uma alternativa de passeio para quem chega a cidade.

Um outro lugar interessante de se visitar é a Allianz-Arena, inaugurada em 2005, que possui capacidade de 69.000 pessoas. No primeiro dia que estávamos em Munique, tivemos  a oportunidade de ver os torcedores voltando do jogo e era emocionante ver centenas de pessoas subindo as escadarias do metrô, cantando as músicas de seu time… um show de respeito e de diversão. Aliás, nisso, os alemães são excepcionais. Em qualquer lugar é possível encontrar pessoas bebendo, mas, no período que estivemos por lá, não vimos ninguém abusando do limite, como frequentemente vemos aqui no Brasil. Você chega ao estádio de metrô. É muito rápido e você pode chegar ao estádio caminhando. Mesmo que não tenha jogo, você pode visitar o estádio e conhecer a estrutura… existem algumas lojinhas lá dentro que também são abertas a visitação.

Para você que tem mais tempo (infelizmente, não foi o nosso caso), aproveite para conhecer o famoso castelo que inspirou Walt Disney na construção do castelo da Bela Adormecida. Trata-se do Castelo de Neuschwanstein. Para chegar lá, somente contratando um passeio de um dia. São duas horas de viagem somente para a ida e não existem opções de trem para chegar lá. Foi construído por Luís II da Baviera, no século XIX, e hoje é um dos mais  populares destinos turísticos europeus. Em 2007, foi um dos finalistas do concurso Sete Maravilhas do Mundo Moderno.

Para adoçar a vida, a cidade é repleta de padarias e confeitarias, entretanto, a que nos chamou a atenção de longe foi a MAELU (http://www.maeser-luksch.de/). O lugar é o paraíso na terra… passando na frente da loja, não tem como resistir aos docinho coloridos e ricamente decorados. Não é raro encontra-la lotada, mas vale a pena cada pedacinho… não é só bonito, é saboroso demais…. hmmm…delícia! Ainda bem que Munique fica bem longe daqui!!!

Na época que estivemos por lá, conhecemos uma lojinha que ainda não tinha chegado aqui, chamada Pylones. Hoje é possível encontra-la no Brasil, mas, já que você está por lá, vale a pena uma passadinha… tem coisas bem úteis (outras nem tanto) para casa, sem deixar de lado a graça e a beleza. (http://www.pylones.com/accueil.php?lang=en).

O trajeto do aeroporto para o hotel é muito tranquilo. Você pode pegar o metrô no aeroporto mesmo. No nosso caso, chegou bem pertinho do hotel. Vale a pena conferir no mapa, na hora da compra, se fica perto de alguma estação… depois é só aproveitar! 😀

Enjoy!

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Data da viagem: 15/05/11 a 17/05/11

 
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Publicado por em 21 de Janeiro de 2012 em Alemanha

 

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